A defesa do ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), afirmou nesta sexta-feira, 12, que as provas reunidas no processo administrativo que apura acusações de importunação sexual e assédio “demonstram sua inocência”.
A manifestação foi divulgada depois do início da fase de depoimentos da investigação, conduzida por uma comissão formada por ministros do tribunal. Ao menos 20 testemunhas foram convocadas para prestar esclarecimentos.
Receba nossas atualizações
Segundo os advogados de Buzzi, depoimentos, imagens de câmeras de segurança, laudos médicos e perícias afastam a primeira acusação, feita por uma jovem de 19 anos durante um período de férias em Balneário Camboriú (SC).
Outros argumentos da defesa do ministro

A defesa também sustenta que as provas produzidas no caso que envolve uma servidora do STJ revelam que não havia condições para que ela e o ministro permanecessem sozinhos nas circunstâncias descritas na denúncia.
Em nota, os advogados afirmaram ainda que as testemunhas ouvidas disseram nunca ter presenciado episódios de assédio nem comportamento inadequado atribuídos ao magistrado.
+ Leia mais notícias do Brasil em Oeste
As duas mulheres que apresentaram as acusações estavam encaminhadas para depor, mas optaram por não prestar esclarecimentos, possibilidade prevista pelas normas do Conselho Nacional de Justiça para esse tipo de procedimento.
Buzzi está afastado do cargo desde fevereiro. Em abril, o plenário do STJ instaurou, por unanimidade, um processo administrativo disciplinar para apurar as condutas atribuídas ao ministro.






































Entre ou assine para enviar um comentário.
Você precisa de uma assinatura válida para enviar um comentário, faça um upgrade aqui.