publicidade
Brasil

Defesa de Bolsonaro pede acesso a inquérito das joias

Advogados usaram falas de Flávio Dino para fazer solicitação

Bolsonaro
O ex-presidente Jair Bolsonaro | Foto: Foto: Reprodução/Agência Brasil

A equipe de defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro voltou a pedir à Polícia Federal (PF) acesso ao inquérito das joias. Durante a semana, na quarta-feira 15, o órgão já havia negado acesso ao material. Os advogados de Bolsonaro entendem que ele tem sido tratado como investigado.

A equipe de defesa, liderada pelo advogado Paulo Cunha Bueno, relembrou uma declaração do ministro da Justiça, Flavio Dino, para justificar o novo pedido.

Receba nossas atualizações

Durante uma entrevista, nesta semana, Dino comentou que, “em algum momento, como investigado, o ex-presidente da República será intimado a prestar depoimento”.

A PF apura informações sobre os itens valiosos que foram presentes da Arábia Saudita para uma comitiva brasileira. Parte, avaliada em R$ 16,5 milhões, acabou apreendida pela Receita Federal no Aeroporto de Guarulhos, porque não foi declarada.

Nesta semana, os ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) determinaram que o ex-presidente devolva um segundo pacote com joias que recebeu da Arábia Saudita. O tribunal também estabeleceu que Bolsonaro entregue um fuzil e uma pistola que recebeu de presente, em 2019, dos Emirados Árabes.

Relacionadas

Leia mais sobre:

0 comentários
  1. Joaz Santana Praxedes
    Joaz Santana Praxedes

    REQUERIMENTO PÚBLICO
    À RECEITA FEDERAL

    Joaz Santana Praxedes, brasileiro, casado, engenheiro e professor, com outras qualificações pessoais e endereço a serem informados mediante solicitação em privado, vem respeitosamente, nos termos da legislação em vigor, usando seus direitos de cidadão, requerer à autoridade competente, ser informado sobre os motivos legais e estatutários que fundamentaram a decisão pessoal do funcionário da alfândega que reteve as joias trazidas pela então presidência da república, da Arábia Saudita.. O motivo do presente requerimento se deve ao fato de que o mesmo servidor que reteve as joias informou pessoal e publicamente, em entrevista ao vivo no UOL, QUE NÃO HAVIA ‘TRIBUTAÇÃO A APLICAR’. Se nada havia a cobrar, requer ser informado por que as joias foram retidas. Acresce, ainda mais, que este cidadão requerente costuma viajar internacionalmente e trazer objetos que não são fiscalizados; ou o são, mas não retidos; ou são devolvidos mediante pagamento das multas e tributos cabíveis. No caso aqui requerido, poderia haver um quinto motivo, tutelado pelo cargo do fiscal, que envolveria a presunção de que são roubados ou se destinam a fins ilegais?

    Nestes termos, pede deferimento
    Joaz Santana Praxedes
    Acima qualificado.

Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade