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Degradação na Amazônia bate recorde histórico

Em meio aos gastos do governo com a COP30, estudo oficial mostra aumento da destruição de 329% em dois anos; Pará lidera

Depois de usar a preservação da Amazônia como apelo de campanha em 2022, governo Lula da Silva coleciona os piores resultados da história | Foto: Reprodução/Redes sociais
Depois de usar a preservação da Amazônia como apelo de campanha em 2022, governo Lula da Silva coleciona os piores resultados da história | Foto: Reprodução/Redes sociais

A degradação florestal na Amazônia aumentou drasticamente nos últimos dois anos. Entre agosto de 2023 e março de 2025, a área degradada saltou de 7.925 km² para 34.013 km². O avanço é de 329%, conforme dados do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). O número representa assim o maior já registrado desde o início da série histórica, em 2008.

Diferentemente do desmatamento, que elimina totalmente a vegetação, a degradação se caracteriza pela perda parcial da cobertura vegetal. O Imazon explica que a elevação no índice refere-se, principalmente, às extensas queimadas que atingiram a região entre setembro e outubro de 2024.

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Somente em março deste ano, o Pará foi responsável por 91% da degradação florestal. Registros mostram impacto em 188 km². Em seguida aparecem Maranhão e Roraima, com 9 km² e 8 km², respectivamente – cada um com cerca de 4% da área total degradada no mês. Mato Grosso completa o ranking, com 1 km² (1%).

Apesar da alta acumulada no período analisado, março apresentou uma queda em relação ao mesmo mês de 2024. Foram 206 km² de degradação neste ano, contra os 2.120 km² registrados no ano anterior (recuo de 90%).

Área queimada ultrapassa 30 milhões de hectares

O ano passado também teve o registro de recordes no número de queimadas. Conforme o MapBiomas, entre janeiro e dezembro de 2024, o Brasil registrou mais de 30,8 milhões de hectares incendiados, um aumento de 79% em relação a 2023. A área queimada foi maior do que todo o território da Itália.

Esse avanço das chamas reforça a preocupação com a degradação ambiental da Amazônia, cujos impactos afetam o equilíbrio climático e a biodiversidade global. As queimadas contribuem para a liberação de gases de efeito estufa e colocam em risco comunidades locais, fauna e flora.

O agravamento da situação ocorre no mesmo ano em que o Brasil assume oficialmente a presidência da COP30 — a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. O evento, com duração prevista entre 10 e 21 de novembro, ocorrerá em Belém (PA), na floresta amazônica.

A escolha da cidade-sede reforça o foco da conferência na preservação da Amazônia e no combate às mudanças climáticas. Em meio aos dados alarmantes de degradação, o Brasil será palco de discussões internacionais sobre o futuro das florestas e o papel dos governos na proteção dos biomas.

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3 comentários
  1. Luiz fernando Chalet ferreira
    Luiz fernando Chalet ferreira

    Tudo pronto para a COP30. Só falta o discurso copia/cola da Marina

  2. Ralf Pol
    Ralf Pol

    Aguardando os comentários sagazes e salvadores do Nilton, pra distorcer a realidade e aliviar a barra do seu corrupto de estimação, já que lhe é impossível reconhecer qualquer equívoco, do alto da sua moralidade e ética superiores.
    Sem contar a cortina de fumaça metafórica ( não da Amazônia!) da prisão do Color, pra tirar o foco do escândalo dos 6 bi, incluindo o sindicato do irmão do corrupto de estimação…
    Se antes era o amigo do amigo do pai, agora é o irmão do painho, mesmo, direto…!

  3. Paulo Miranda
    Paulo Miranda

    Isso mesmo, bebum ladrão de nove-dedos! Queime, mas QUEIME tudo mesmo!!!

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