Dez barragens da Vale estão em nível de emergência

Empresas, porém, afirma que tem controle da situação e que apenas quatro estão em classificações mais graves.
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Depois de Mariana e Nova Lima, a cidade histórica de Ouro Preto está sob duas barragens em estado de emergência grave da Vale | Foto: Marion Jeannoel/Pixabay
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Empresa, porém, afirma que tem controle da situação e que apenas quatro estão em classificações mais graves

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Depois de Mariana e Nova Lima, a cidade histórica de Ouro Preto está sob duas barragens em estado de emergência grave da Vale | Foto: Marion Jeannoel/Pixabay

A Vale atualizou nesta quinta-feira, 1º, informações sobre a condição de estabilidade de suas barragens. De 104 estruturas avaliadas, 33 não tiveram emissão de Declarações de Condição de Estabilidade (DCE) positiva.

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A companhia tem dez barragens classificadas em nível 2 ou 3 de emergência, os mais graves, sendo quatro no mais alto, duas dessas na cidade histórica de Ouro Preto (MG), uma em Barão de Cocais (MG) e uma em Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte.

De acordo com a mineradora, todas as barragens de rejeitos em nível 2 ou 3 de emergência estão contempladas no seu plano de descaracterização de barragens.

O nível 2 ocorre quando o resultado das ações para corrigir uma anomalia é classificada como “não controlada” ou “não extinta”, quando há a necessidade de novas inspeções especiais e intervenções. Já o nível 3 trata de uma barragem em situação de ruptura iminente ou em curso.

A Vale tem nove barragens de rejeitos e sedimentos em níveis 2 ou 3 de emergência e com suas respectivas Zonas de Autossalvamento (ZAS) evacuadas, isto é, não há pessoas que possam ser afetadas caso uma delas se rompa. Além delas, a barragem Xingu teve seu nível de emergência elevado de 1 para 2 em 29 de setembro.

A Vale afirma que tem adotado diversas medidas para a melhoria das condições de segurança de suas estruturas. Para estruturas em níveis 2 ou 3 de emergência, a mineradora informa que vem mantendo os reservatórios rebaixados e minimizando o aporte de água, com a implantação de canais de cintura, que servem para desviar as águas da chuva das barragens.

No caso das estruturas em nível 1 e em nível 2 de emergência, além do monitoramento contínuo e do aprimoramento das informações sobre as condições das estruturas, a Vale tem projetos e obras em andamento para elevar a condição de segurança ou para descaracterizá-las.

A empresa divulga relatórios ambientais sobre as barragens que mantêm no país desde que duas delas se romperam, causando grandes danos a Mariana e a Brumadinho, ambas também cidades mineiras.

Com informações do Estadão Conteúdo

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2 comentários

  1. Dane-se. Fazem a kaghada a moda antiga sendo que tinha outro jeito de fazer mineração sem danificar o ambiente e matar pessoas (aka : mineração a seco) Ah, é caro! DANE-SE!

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