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Diminuição de frente fria influencia redução de chuvas no país

Primeira semana do outono provoca aumento de nebulosidade e precipitações no Sudeste e no Centro-Oeste

Clima seco é propício para queimadas em agosto
Nesta sexta-feira, 27, as chuvas perdem espaço em boa parte do país, principalmente no Sul e no Sudeste | Foto: Aloisio Maurício/Fotoarena/Estadão Conteúdo

Nesta sexta-feira, 27, as chuvas perdem espaço em boa parte do país, principalmente no Sul e no Sudeste. Até o final de março, elas ficam mais concentradas na Região Norte, onde acumulam mais de 100 mm.

No Sul, devido ao calor e à umidade na atmosfera, os Estados da região podem ter pancadas de chuva moderadas e temporais isolados entre os períodos da tarde e da noite, porém com baixos acumulados.

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Previsão da  precipitação (%) para sexta-feira (27) à tarde (13h), segundo o modelo europeu ECMWF
Previsão da precipitação (%) para sexta-feira (27) à tarde (13h), segundo o modelo europeu ECMWF | Foto: Reprodução/Meteored

Na Região Sudeste, o tempo tende a ficar estável, com céu e poucas nuvens e chuvas fracas, rápidas e isoladas no Rio de Janeiro, no Espírito Santo e no leste mineiro. Para as demais áreas sudestinas, os acumulados ficarão abaixo dos 30 mm. A exceção, entretanto, será o centro capixaba, onde os acumulados podem chegar aos 60 mm.

Chuvas fortes no Centro-Oeste

Há previsão de precipitações e trovoadas isoladas em todos os Estados do Centro-Oeste. Essa condição se dará, principalmente, à tarde, em consequência da alta umidade, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Para o Norte do país, os acumulados serão mais expressivos, com chuvas fortes e volumosas. Amazonas, Acre e Rondônia são os Estados onde as precipitações devem ser maiores, em torno de 100 mm.

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O Nordeste deve registrar chuvas fracas e moderadas a qualquer momento no litoral e em áreas próximas e de forma isolada. As precipitações mais significativas ocorrem no Maranhão.

É importante ressaltar que as populações que vivem em áreas de temporais evitem os locais com risco de alagamentos, deslizamentos de terra e queda de árvores. Há possibilidade de queda de energias nessas localidades, ressalta o Inmet. Em caso de emergência, o Inmet recomenda entrar em contato com o Corpo de Bombeiros.


Estagiária de jornalismo em São Paulo. Sob supervisão de Anderson Scardoelli

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