Em 3 anos, Brasil atinge maior número de concessões desde 1990

Nesta semana, o governo federal vai realizar a sétima rodada de leilões de aeroportos
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O bloco vai contar com o Aeroporto de Congonhas e outros 14 que serão leiloados na quinta-feira 18
O bloco vai contar com o Aeroporto de Congonhas e outros 14 que serão leiloados na quinta-feira 18 | Foto: Divulgação/ Wikimedia

O governo federal vai realizar a sétima rodada de leilão de aeroportos na próxima quinta-feira, 18. Entre os ativos está o Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, o mais movimentado do país.

“O governo está buscando a eficiência e o investimento do setor privado. Não estamos de olho na outorga paga pela exploração desses ativos, e sim naquele investimento que será feito ao longo dos anos”, detalhou hoje o ministro de Infraestrutura do governo, Marcelo Sampaio, em entrevista ao Jornal da Manhã, da rádio Jovem Pan.

Segundo o ministro, o modelo adotado pelo governo é de reunir em um bloco um “ativo de grande interesse para o setor privado com outros que são deficitários”.

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O leilão será realizado em blocos. A empresa que arrematar Congonhas também terá de administrar outros dez terminais localizados nos Estados do Pará, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. O segundo bloco é composto dos aeroportos Campo de Marte (SP) e Jacarepaguá (RJ), destinados a aviões de pequeno porte. O terceiro bloco engloba aeroportos de duas capitais da Região Norte: Belém e Macapá. O lance mínimo é de R$ 938 milhões, e a expectativa de investimento em todos os aeroportos deve superar R$ 15 bilhões ao longo do contrato.

Com a sétima rodada de concessões, o Brasil vai chegar à marca de 50 aeroportos concedidos em três anos e meio de governo.

“Atualmente, o país tem o maior número de ativos de infraestrutura sendo operados pelo setor privado no mundo”, disse o ministro, que sucedeu a Tarcísio de Freitas no comando da pasta.

Desde o início da gestão Bolsonaro, já foram leiloados 85 ativos de infraestrutura, e, nesta semana, o Brasil vai atingir a marca de cem ativos entregues à iniciativa privada.

“É uma marca histórica, desde a década 1990 é o maior número de ativos já leiloados”, observou Sampaio.

“Nós vamos ter um boom na agenda de infraestrutura. Temos diversas obras em todo o país que já estão contratadas. Isso gera um efeito em cascata, com criação de empregos e busca por insumos na indústria”, completou o ministro.

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