Em meio à acusação de homofobia e assédio, Eduardo Gianetti é eleito novo imortal da ABL

Eleição teve um clima tenso por força de uma denúncia sussurrada nos bastidores
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O economista e filósofo Eduardo Giannetti | Foto: Divulgação/Wikimedia/
O economista e filósofo Eduardo Giannetti | Foto: Divulgação/Wikimedia/

Há mais um economista na Academia Brasileira de Letras. Eduardo Gianetti foi eleito nesta quinta-feira, 16, no segundo turno, com 18 votos, para ocupar a cadeira 2, que antes pertencia ao filósofo Tarcísio Padilha.

No primeiro turno, ele obteve 15 votos; Sergio Bermudes, 11; e Gabriel Chalita, oito votos.

A eleição teve um clima tenso por força da denúncia sussurrada nos bastidores contra Gabriel Chalita. Não foi a primeira e provavelmente não será a última vez que o conselho de Joseph Goebbels resultou em máculas sobre a honra alheia: “caluniai, caluniai: alguma coisa restará”.

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Entenda o caso

Antes da eleição, o editor Pedro Corrêa do Lago, apoiador da candidatura de Giannetti, ligou para alguns imortais acusando o escritor Gabriel Chalita, ex-secretário de Educação de São Paulo, de ter assediado sexual e moralmente um sobrinho seu, no início dos anos 2000. “Fiquei indignado com essa maldade que o Pedro fez”, diz o imortal Carlos Nejar, de 82 anos, à revista Veja. “É a primeira vez que vejo uma campanha tão suja como essa”.

Giannetti nega qualquer envolvimento no caso e disse a Veja que, apesar de ter conversado com quase todos os imortais durante sua campanha, não entrou em considerações “sobre nenhum dos opositores”.

 

 

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