Leandro Narloch não tem paciência para ambientalismo de fachada. Em entrevista nesta segunda-feira, 20, ao Oeste com Elas, o escritor apresentou os principais argumentos de seu novo livro, Guia Politicamente Incorreto do Meio Ambiente, e mostrou como boa parte do discurso ecológico moderno é sustentada por irracionalidade e dados enviesados.
“As pessoas acham que estão fazendo algo sustentável para o meio ambiente, mas não estão”, disse o escritor. “Poucas coisas me irritam mais, por exemplo, que canudos e sacolas de papel.”
Receba nossas atualizações
+ Leia mais notícias de Brasil em Oeste
Segundo Narloch, trocar materiais tradicionais da indústria por alternativas consideradas ecológicas representa, em muitos casos, um retrocesso ambiental e logístico. Como resultado, em vez de avanço na preservação, essas substituições podem agravar o impacto sobre o meio ambiente.
“Uma sacola de papel pesa oito vezes mais que a de plástico”, argumentou. “Para produzi-la, é preciso devastar vegetação, plantar eucalipto, aplicar adubo, cortar a floresta, gastar água, processar tudo numa indústria química pesada — e emitir sete vezes mais carbono.”
Além disso, o peso e o volume exigem mais transporte. “Você precisa de sete caminhões a mais para levar o que antes cabia num caminhão de sacolas plásticas”.
Enquanto organizações não governamentais (ONGs) culpam o plástico pela morte de animais marinhos, o escritor resgata o que quase todos esqueceram: o plástico salvou as tartarugas. Antes de seu uso em larga escala, óculos e pentes de cabelo, por exemplo, eram feitos com cascos do animal. “O plástico liberou a natureza da exploração humana.”
ONG dos EUA utilizou fundo climático para promover manifestações pró-Hamas
Indagado sobre os fundos climáticos internacionais, Narloch citou o caso de uma ONG dos Estados Unidos que recebeu cerca de US$ 50 milhões no pacote ambiental do governo de Joe Biden. No entanto, destinou o dinheiro para financiar protestos contra Israel e em apoio ao grupo terrorista Hamas.
Assim, o escritor denunciou o lobby permanente de ONGs que pressionam por mais recursos públicos — para elas mesmas. Mesmo quando esses repasses seguem o destino declarado, os resultados dificilmente compensam os investimentos.
Um estudo analisou mais de 1,5 mil projetos ambientais financiados com recursos internacionais. De acordo com Narloch, apenas 4% deles apresentaram algum resultado prático.
A baixa eficácia, contudo, não é o único problema. Segundo o autor, esses fundos operam fora do alcance dos mecanismos de controle nacionais. “Não há CPI, Tribunal de Contas nem fiscalização.”
Narloch vê “ilusão coletiva” na COP30
Narloch também criticou a 30ª edição da Conferência das Nações Unidas Sobre Mudanças climáticas, a COP30. O encontro deve ocorrer em Belém, capital do Pará, de 10 a 21 de novembro. Para ele, a COP30 proporciona uma mobilização global baseada numa “ilusão coletiva”.
“Se estamos em emergência climática, faz sentido esse pessoal pegar avião, se hospedar em hotel caro, fingindo que está salvando o planeta?”, indagou Narloch. “Não vale fazer uma reunião on-line?”
Leia também: “Guia Politicamente Incorreto do Meio Ambiente: ‘Dá para defender a natureza sem odiar o progresso'”
O escritor defende o pensamento racional, a ciência sem ideologia e o direito de desconfiar dos consensos fabricados. Seu novo livro coloca tudo isso no papel.





































O escritor mostra a burrice desse povo que acredita na ecologia através de processos mínimos sem fundamento científico. E eu digo mais, os responsáveis por essa agenda é de interesse financeiro dos mega-capitaltalistas. Você preserva pra não desenvolver e comprar tudo a eles
Médicos sem fronteira, wwf , Unicef,legião da boa vontade ,Sou da paz , Greenpeace etc…
A legião estrangeira já fez mais pelo mundo ,que essas merdas juntas .
Outro imbecil, pregando um discurso enviesado para fisgar uns tontos que não são capazes de ler e entender o todo.
O público dele? Negacionistas que, apesar de não acreditarem que vacinas protegem, levaram mães e filhos para serem vacinados… Vai que…
No passado, uma fábrica de isotônicos bancou uma pesquisa de melhoria de performance em corridas. Qual foi o resultado desse estudo científico?
Não li o livro, mas parece ser um bom título a ser traduzido para o inglês e colocado à venda, na COP#30 inclusive
ONGs usam discursos alarmistas embasadas em NARRATIVAS desprezando os FATOS, ganham muito dinheiro pregando o caos iminente. É a turma que viaja de avião, usa carvão mineral para aquecimento domiciliar no inverno europeu, fingem proteger a natureza, proíbem indígenas de usarem suas terras com atividades empreendedoras na agropecuária, mineração, e turísticas, com a balela muito furada regada a dólares. Quando alguém ousa confrontar suas narrativas, logo é tratado como negacionista, inimigo dos povos, essa coisa patética de panfletários regiamente pagos. Acontece que os ” çábios ” com C cedilha mesmo, não conseguem explicar que no nosso planeta azul 71% é ocupado pelos mares e oceanos, 29% de desertos e terras geladas, sendo que destes 29% 13% são florestas tropicais e boreais e 6% o homem usa como cidades, indústrias, outras aglomerações urbanas e rurais, agropecuária e afins. Então o homem com 6% da área do planeta pode destruir tudo, senhores ” çábios ” com C cedilha?