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Esquerda quer investigar Bolsonaro por ações pró-tratamento precoce

Em pedido feito ao TCU, parlamentares afirmam que a terapêutica não tem comprovação científica
Reportagens da 'Oeste' informaram que pacientes com covid-19 melhoraram ao utilizar a terapêutica
Reportagens da 'Oeste' informaram que pacientes com covid-19 melhoraram ao utilizar a terapêutica | Foto: Mateus Bonomi/Estadão Conteúdo

Parlamentares de esquerda acionaram o Tribunal de Contas da União (TCU) para investigar o presidente Jair Bolsonaro. Na mira do grupo está o gasto de R$ 1,3 milhão com ações de marketing envolvendo influenciadores digitais. Os profissionais foram contratados para fazer postagens orientando internautas a procurarem médicos, caso tenham sintomas da covid-19. A partir daí, seria possível dar início ao tratamento precoce de modo a inibir os efeitos do coronavírus. A despesa foi revelada pelo site Agência Pública.

“Covid-19: o que fazer até a vacina chegar?”

A oposição pede que o TCU apure “todas as circunstâncias relacionadas aos pagamentos” efetuados via Secretaria de Comunicação. “É um absurdo que o Governo Federal siga patrocinando campanhas publicitárias que incentivam o suposto tratamento precoce, prática amplamente contestada pelo meio científico, sem nenhum tipo de comprovação acerca da sua eficácia”, informa trecho da ação. Além disso, a esquerda quer punir os responsáveis pelos depósitos efetuados.

Tratamento precoce

Reportagens da Revista Oeste informaram que pacientes com covid-19 melhoraram ao utilizar os medicamentos, como a hidroxicloroquina, a cloroquina, a azitromicina, o zinco, entre outros. Especialistas a favor da terapêutica defendem que os remédios têm de ser usados tão logo os sintomas da doença se manifestem.

Nomes que moveram o processo

Marcelo Freixo (Psol), líder da minoria na Câmara; Alessandro Molon (PSB), líder da oposição na Câmara; e líderes do PT, do PSB, do PDT, do Psol, do PCB e da Rede Sustentabilidade, respectivamente, Bohn Gass, Danilo Cabral, Wolney Queiroz, Talíria Petrone, Renildo Calheiros e Joênia Wapichana.

Leia também: “A solução que venceu a ideologia”, reportagem publicada na Edição 3 da Revista Oeste

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