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Estado de SP prende 34 agressores de mulheres que usavam tornozeleira eletrônica

Em pouco mais de um ano, programa de monitoramento identificou homens que descumpriram regras impostas pela Justiça

O programa do governo de SP, que funciona na capital paulista, mantém o monitoramento de 195 infratores, sendo 111 suspeitos de violência doméstica
O programa que funciona na capital paulista mantém o monitoramento de 195 infratores, sendo 111 suspeitos de violência doméstica | Foto: Divulgação/Governo de SP

Desde o início do programa de monitoramento por tornozeleira eletrônica do governo de SP, em setembro do ano passado, 34 agressores de mulheres foram presos. A Agência SP, do Estado de São Paulo, divulgou os dados na última terça-feira, 26.

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Agentes detiveram os indivíduos depois de violarem regras judiciais, ao tentarem se aproximar de suas vítimas. A tecnologia permite que a Polícia Militar receba o alerta automaticamente e garanta respostas rápidas, em prevenção a novos incidentes de violência.

Atualmente, 195 infratores estão sob monitoramento na capital paulista. Desse total, 111 são suspeitos de violência doméstica. É o Poder Judiciário que, durante audiências de custódia realizadas no Fórum da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo, decide sobre o processo chamado de ”tornozelamento”.

Como funciona o monitoramento eletrônico do Estado de SP

Secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Guilherme Derrite
Secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Guilherme Derrite | Foto: Divulgação/Câmara dos Deputados

A vigilância contínua ocorre sob a Central de Operações da Polícia Militar (Copom), que utiliza georreferenciamento para rastrear os indivíduos monitorados.

Leia também: “A Faria Lima está satisfeita com a eleição de Trump”, reportagem de Carlo Cauti publicada na Edição da Revista Oeste

A coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs), Adriana Liporoni, destacou, à Agência SP, a eficácia do sistema como uma prova do compromisso com a aplicação rigorosa da Lei Maria da Penha.

“Temos trabalhado muito para proteger as vítimas e responsabilizar agressores”, afirmou Adriana. “Não vamos deixá-los impunes.”

Leia mais: “Bandidagem digital”, reportagem de Dagomir Marquezi publicada na Edição 245 da Revista Oeste

O projeto de monitoramento teve início em colaboração com a Secretaria da Administração Penitenciária, que disponibilizou 200 tornozeleiras eletrônicas. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) planeja expandir o programa para outras regiões do Estado, depois de satisfação com a efetividade da medida.

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1 comentário
  1. Manfredo Rosa
    Manfredo Rosa

    Alô tênica. Olhem o título deste artigo. As mulheres estavam usando tornoseleiras?

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