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A partir de 1º de julho, turistas que visitarem Monte Verde, distrito de Camanducaia, em Minas Gerais, deverão pagar uma Taxa de Preservação Ambiental (TPA) para financiar ações de conservação devido ao alto fluxo de visitantes. A taxa varia conforme o tipo de veículo: R$ 4,60 para motocicletas, R$ 9,20 para carros de passeio e R$ 13,80 para caminhonetes, com tarifas mais altas para veículos maiores.
Os turistas que visitarem Monte Verde, distrito de Camanducaia, no sul de Minas Gerais, terão de pagar uma Taxa de Preservação Ambiental (TPA) a partir de 1º de julho. A administração pública argumenta que a medida foi criada para financiar ações de conservação ambiental e compensar os impactos causados pelo intenso fluxo de visitantes em um dos destinos mais procurados no inverno brasileiro.
A cobrança será feita por veículo e por dia de permanência no distrito. Os valores variam conforme a categoria do automóvel. Motocicletas pagarão R$ 4,60 por dia, carros de passeio R$ 9,20 e caminhonetes R$ 13,80. Veículos maiores, como vans, micro-ônibus e ônibus, estarão sujeitos a tarifas mais elevadas.
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Monte Verde: valor integral, diz Prefeitura
O sistema funcionará por meio da leitura automática das placas dos veículos, sem necessidade de cancelas ou paradas. O pagamento deverá ser realizado posteriormente em uma plataforma digital disponibilizada pela administração municipal.
Segundo a Prefeitura, os recursos arrecadados serão destinados integralmente a Monte Verde. A legislação prevê que 35% da receita seja aplicada na coleta e destinação de resíduos sólidos, enquanto os 65% restantes serão utilizados na manutenção de áreas verdes, parques, praças e projetos voltados ao turismo sustentável.
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Haverá isenção automática para veículos registrados em Camanducaia e em municípios vizinhos, como Extrema, Itapeva e Cambuí. Moradores, proprietários de imóveis e trabalhadores da região também poderão solicitar o benefício mediante cadastro prévio.
A Prefeitura diz que a iniciativa segue modelo semelhante ao adotado em outros destinos turísticos brasileiros, como Fernando de Noronha, Bombinhas, Ilhabela e Ubatuba, que utilizam taxas ambientais para custear a preservação de áreas com grande fluxo de visitantes.
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Não gostei da cidade nem da hotelaria!!
Cidade horrivel! Sem boas estradas , com chuvas recorrentes e pessimo atendimento de hotelarias!!