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Fortes chuvas deixam 30 cidades do Maranhão em estado de emergência

O governo do Estado informou que não há pessoas desabrigadas

chuva alaga ruas de cidades do maranhão
Chuva gera alagamentos em ruas do Maranhão | Foto: Reprodução/TV Mirante

O governador do Maranhão, Carlos Brandão, informou que o Estado tem 30 cidades em estado de emergência por causa das fortes chuvas que atingiram a região no início da semana. A informação foi divulgada pelo chefe do Executivo estadual nas redes sociais, nesta quinta-feira, 9.

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De acordo com o Corpo de Bombeiros à reportagem de Oeste, não há cidades alagadas no Estado. O governo rebateu imagens que foram publicadas nas redes sociais, em que afirmavam que o Maranhão passava por enchentes, como ocorre no Rio Grande do Sul.

“As imagens que circulam em páginas de notícias são referentes ao que enfrentamos no ano de 2023 ou em outro período”, informou o governador. “Neste ano, todas as famílias que estavam desabrigadas já retornaram para suas casas.”

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O governo do Maranhão não divulgou quantas famílias foram afetadas pelas chuvas neste ano. O Corpo de Bombeiros confirmou que o Estado tem 30 municípios em situação de emergência “em que a própria gestão municipal consegue atuar”.

A corporação informou que, na manhã desta sexta-feira, havia 31 municípios na lista, mas uma cidade foi retirada por falta de dados. O governo não divulgou quais municípios foram afetados.

Município do Maranhão decreta estado de calamidade pública

Santa Inês, no interior do Estado, decretou estado de calamidade pública por causa de uma rodovia federal que foi danificada. O governo estadual informou que deu todo o apoio necessário.

“Nossas equipes, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil estadual, Secretaria de Infraestrutura e demais órgãos envolvidos estão atentos e dando todo o suporte necessário aos municípios”, informou Brandão.

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Célio Roberto, comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão, disse que os decretos de estado de emergência e calamidade pública foram publicados pelos prefeitos e têm duração de 180 dias, cerca de seis meses.

“Atualmente, não temos nenhuma família em abrigos”, afirmou, em vídeo publicado nas redes sociais. “Por orientação do governador, Carlos Brandão, continuaremos de prontidão para apoiar e assistir os municípios.”

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