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Frente fria provoca risco de temporais no Sul, Centro-Oeste e parte da Amazônia

Massa de ar polar derruba temperaturas; ameaça de ventania e granizo

Frente fria deve afetar principalmente a Região Sul do país | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Frente fria deve afetar principalmente a Região Sul do país | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O avanço de uma frente fria combinado a uma massa de ar quente, úmida e instável mantém o alerta para condições de tempo severo em parte do Brasil. Conforme o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o fenômeno atinge principalmente a porção oeste do país, com risco elevado de temporais.

O sistema começa a se intensificar sobretudo entre a noite desta terça-feira, 27, e a madrugada de quarta-feira 28, especialmente na Região Sul, reforçando as áreas de instabilidade e potencializando as tempestades.

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Frente fria com chuva intensa

As regiões mais afetadas devem ser o centro-oeste do Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e do Paraná, além de boa parte do Mato Grosso do Sul, sudoeste do Mato Grosso e sul de Rondônia.

Nessas áreas, os volumes de chuva podem atingir até 100 milímetros em 24 horas. Também há risco de ventos fortes, com rajadas que podem chegar a 100 km/h, além de queda de granizo e grande incidência de raios. O Inmet mantém aviso laranja, que indica perigo para esses fenômenos.

Friagem derruba temperaturas em várias regiões

Com o avanço da massa de ar frio de origem polar, as temperaturas começam a cair a partir desta quarta-feira, 28, não apenas no Sul, mas também em estados da Amazônia Legal, como Rondônia, Acre e sudoeste do Amazonas. O fenômeno é conhecido como ‘friagem’, caracterizado pela entrada de ar frio e seco em regiões tipicamente quentes.

Até sexta-feira 30 a previsão é de queda acentuada nas temperaturas, que podem diminuir mais de 15°C em alguns pontos, especialmente no Sul do Brasil. O frio também avança sobre parte do Sudeste, atingindo São Paulo, Rio de Janeiro, Triângulo Mineiro e sul de Minas Gerais.

O Inmet reforça que a população deve acompanhar os alertas meteorológicos e adotar medidas de precaução. Ventos fortes podem causar queda de árvores e danos na rede elétrica, enquanto as chuvas intensas oferecem risco de alagamentos e deslizamentos em áreas vulneráveis.

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