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Fuga de bandidos em presídio federal: Paraíba reforça segurança na divisa com o RN

Segundo a Polícia Militar paraibana, abordagens foram intensificadas

Paraíba divisa
O governo do Rio Grande do Norte informou que segue sem ‘rastro’ dos dois fugitivos da Penitenciária de Mossoró | Foto: Divulgação/PMPB

O governo da Paraíba reforçou a segurança na divisa com o Rio Grande do Norte nesta quinta-feira, 15. Segundo a Polícia Militar (PM) paraibana, as abordagens foram intensificadas.  

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A medida ocorre como forma de proteger o Estado. Isso porque dois presos fugiram da Penitenciária Federal de Mossoró (RN), na quarta-feira 14. 

Rio Grande do Norte segue sem “rastro” dos bandidos 

Penitenciária Federal de Mossoró
Segundo dados oficiais, o Rio Grande do Norte não registrava fugas em suas unidades prisionais desde 2021 | Foto: Reprodução/@spfbrasil

O governo do Rio Grande do Norte informou que segue sem “rastro” dos dois fugitivos. 

Leia também: “Foragidos utilizaram alicate na fuga do presídio em Mossoró, diz Lewandowski”

De acordo com o secretário de Segurança Pública do Rio Grande do Norte, coronel Francisco Araújo, as autoridades construíram barreiras nas estradas e passaram a usar helicópteros para localizar os criminosos. Mesmo com essas ações, o governo estadual não sabe onde os bandidos possam estar. 

“Até agora não tem rastro”, disse o coronel ao portal g1. “Foram feitas várias diligências lá: sobrevoo de aeronave, policiamento. Distribuíram fotos nas redondezas. Teve uma ligação às 22h, em Mossoró, em que disseram ter visto duas pessoas saindo de uma parte de vegetação. O delegado me ligou, e disse que iria para uma diligência com a Polícia Militar, mas não tinha relação.” 

O governo potiguar recebeu ajuda do Ministério da Justiça. A pasta informou que pelo menos cem agentes federais estão envolvidos nas operações. 

Leia mais: “Governo segue afirmando que ‘nunca houve fuga’ em presídios federais”

O coronel Araújo afirmou que a pasta ainda não sabe como os presos conseguiram fugir do presídio. “Já estive lá”, comentou. “É humanamente difícil entrar no ambiente. Imagine sair. É um labirinto para entrar. Ninguém sabe realmente o que aconteceu.”

Leia também: “Câmeras do presídio federal em Mossoró não estavam funcionando, diz Lewandowski”

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