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Brasil

Goianas presas injustamente na Alemanha recuperam malas

Em vídeo, advogada Chayane Kuss de Sousa aparece com as bagagens que foram entregues por um promotor alemão

goianas presas alemanha
Kátyna Baía e Jeanne Paolini comemoraram a recuperação das bagagens | Foto: Reprodução/Instagram @katyna.baia

As goianas que tiveram as malas trocadas antes de embarcar e foram presas injustamente na Alemanha conseguiram recuperar, depois de seis meses, os pertences nesta quinta-feira, 7.

Kátyna Baía, de 44 anos, e Jeanne Paolini, de 40, foram acusadas de tráfico internacional de drogas.

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Elas foram presas em Frankfurt, acusadas de levar 40 kg de cocaína. Elas permaneceram detidas durante 38 dias até serem liberadas depois comprovarem inocência.

Leia também: “Casal que teve malas trocadas relata infecção em prisão”

Um vídeo mostra o momento em que a advogada Chayane Kuss de Sousa pegou os bens, entregues por um promotor alemão.

“A entrega dos nossos pertences é muito importante por questões pessoais, profissionais e também emocionais. É um dia de bastante emoção para nós”, diz Kátyna.

A advogada das goianas, Luna Provazio, explicou que, segundo o promotor alemão, o processo só será encerrado quando as autoridades brasileiras enviarem as decisões judiciais pelos Ministérios da Justiça e das Relações Exteriores.

Ela ainda explicou que a defesa avalia a melhor maneira de levar os bens apreendidos para o Brasil, para que eles sejam entregues às brasileiras.

malas trocadas Jeanne Paollini e Kátyna Baía
Goianas foram acusadas de tráfico de drogas na Alemanha | Foto: Reprodução/Instagram

Como as goianas foram presas

Jeanne e Kátyna tiveram as malas trocadas no Aeroporto Internacional de Guarulhos, enquanto aguardavam o voo que as levaria para Frankfurt, na Alemanha.

As duas planejavam ficar 20 dias na Europa, mas foram detidas em 5 de março e ficaram 38 dias presas depois que policiais alemães encontraram cocaína em duas malas de 20 kg com o nome delas.

Leia mais: “Mil malas sem passageiros: Delta faz voo para devolver bagagens extraviadas”

A Polícia Federal descobriu que as etiquetas das bagagens tinham sido trocadas por uma quadrilha, suspeita de tráfico internacional de drogas. Suspeitos de integrarem esse grupo foram presos pela polícia. As goianas contaram que chegaram a ser maltratadas pela polícia alemã.

Jeanne ressaltou a importância da ação dos órgãos de segurança brasileiros de conseguir provas, com agilidade, que comprovem a inocência delas.

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2 comentários
  1. Christian
    Christian

    Isto é um escândalo. As companhias aéreas tomam nossas malas e as trocas de etiquetas ficam fora de vista tanto DA SEGURANÇA QUANTO DA COMPANHIA AÉREA.
    o CULPADO É UM PASSAGEIRO INOCENTE.

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