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Ideb de 2023 mostra avanços, mas maioria dos Estados não atinge metas; veja lista

Apenas os anos iniciais do ensino fundamental alcançaram a expectativa nacional

Sala de aula com alunos estudando em escola pública, em Aquidabã, Sergipe (4/3/2022) | Foto: Shutterstock
São Paulo teve um dos menores avanços nos anos iniciais, mas permanece na 3ª posição | Foto: Shutterstock

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2023 revelou avanços na educação básica brasileira, mas a maioria dos Estados não conseguiu atingir as metas nacionais estabelecidas. Apenas os anos iniciais do ensino fundamental alcançaram a meta nacional, com 11 unidades federativas obtendo pontuação igual ou superior a 6 pontos.

Paraná e Ceará se destacaram na liderança, enquanto Amapá e Pará ficaram nas últimas posições. O Ideb é uma ferramenta para avaliar as políticas educacionais a longo prazo.

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São Paulo teve um dos menores avanços nos anos iniciais, com um incremento de apenas 1,8 pontos, mas ainda ocupa a 3ª posição. Já a Bahia teve um aumento de 2,6 pontos, insuficiente para sair das últimas colocações, ficando empatada com o Rio Grande do Norte na 3ª pior posição.

Ideb também coletou dados referentes aos anos finais do ensino fundamental

Sala de aula com alunos: conhecimento em matemática é desafio na rede pública
Nos anos finais, apenas Paraná, Ceará e Goiás atingiram a meta nacional | Foto: Divulgação/MEC

Nos anos finais do ensino fundamental, apenas Paraná, Ceará e Goiás atingiram a meta nacional de 5,5 pontos.

Alagoas e Ceará registraram os maiores aumentos desde 2005. Entretanto, Rio Grande do Norte e Bahia estão nas últimas posições, com uma redução de 0,3 pontos em comparação a 2021.

Desde o índice anterior, 13 Estados, incluindo São Paulo, Santa Catarina e Distrito Federal, tiveram queda nas notas.

Desempenho dos Estados no ensino médio

No ensino médio, nenhum estado alcançou a meta nacional de 5,2 pontos. Paraná, Goiás e Espírito Santo foram os que mais se aproximaram, com notas de 4,9 e 4,8 pontos, respectivamente.

O Pará teve um avanço notável, passando de 3,2 para 4,4 pontos em dois anos, impulsionado pela rede estadual. Roraima obteve a pior nota, 3,5 pontos, 0,4 a menos que em 2021, seguido por Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro com 3,7 pontos.

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