Depois de um pouso não programado no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, um homem de 74 anos morreu depois de passar mal na manhã deste sábado, 1º. O passageiro integrava o voo G3 1878 da Gol, que originalmente sairia de Guarulhos, São Paulo, para Recife, Pernambuco. O avião precisou desviar a rota por causa de um problema no sistema de refrigeração, que elevou a temperatura interna a 32ºC.
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Depois o pouso forçado em Minas Gerais, todos os passageiros deixaram a aeronave. Segundo a concessionária BH Airport, o idoso apresentou um mal súbito por volta das 10h40, já no portão de embarque 31, enquanto aguardava realocação para outro voo. Equipes de resgate foram acionadas imediatamente e tentaram reanimá-lo até 11h21, mas o óbito foi confirmado no local.
Identidade do idoso não revelada e procedimentos da companhia
Até o momento, a identidade do homem não foi revelada. Ele havia embarcado no Aeroporto de Guarulhos e seria transferido para um novo voo com o objetivo de seguir para Recife. A Gol informou que seguiu todos os protocolos de segurança durante o procedimento de pouso alternado e reforçou que todos os passageiros foram remanejados depois do desembarque.
Sobre a relação entre as condições adversas da cabine e a morte do passageiro, a companhia aérea afirmou que a causa da morte foi classificada como “indeterminada”. “A companhia lamenta profundamente e está oferecendo todo o apoio à família”, disse a Gol.
Leia também: “A anistia inevitável”, artigo de Augusto Nunes e Branca Nunes publicado na Edição 255 da Revista Oeste





































Poxa, é uma pena essa reportagem. O título parece responsabilizar a Companhia Aérea, por uma morte possivelmente de causas naturais.