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Incêndio atinge berçário de hospital no Rio de Janeiro

Fogo começou na madrugada em unidade de Realengo; não há feridos

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Incêndio teve início por volta das 4h da madrugada desta sexta-feira, 10 | Foto: Divulgação/Prefeitura do Rio de Janeiro/ Hospital Municipal Albert Schweitzer

Um incêndio atingiu uma sala do berçário do Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, na madrugada desta sexta-feira, 10.

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A unidade transferiu 23 pacientes. Ninguém se feriu. Oito funcionários receberam atendimento por inalação de fumaça e apresentam estado de saúde estável. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o fogo começou por volta das 4h em uma sala do setor de neonatologia. A área de internação do andar não sofreu impacto.

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Oito funcionários precisaram de atendimento médico devido a inalação de fumaça | Foto: Divulgação/Hospital Municipal Albert Schweitzer

Incidente e medidas recentes na cidade

A brigada do hospital controlou o incêndio antes da chegada do Corpo de Bombeiros. Relato de testemunha revela que o fogo pode ter começado em um aparelho de ar condicionado. As chamas foram contidas por volta das 5h.

+ Leia também: “Agência do Banco do Brasil é destruída por explosivos em Guidoval, MG; vídeo

Profissionais transferiram os recém-nascidos da Unidade de Terapia Intensiva para outros andares. Testemunhas informaram que algumas mães estavam com os filhos no momento do incêndio.

Na mesma semana, na última segunda-feira 6, a Prefeitura do Rio publicou decreto com novas regras para circulação de ciclomotores (minimotos), bicicletas elétricas e patinetes elétricos. A norma define limites de velocidade, exige equipamentos de proteção e prevê ações educativas de fiscalização.

A medida ocorreu em meio a discussões sobre segurança na cidade, intensificadas depois de um acidente na Tijuca, zona norte, que resultou na morte da geógrafa Emanoelle Martins Guedes de Farias e do filho, Francisco Farias Antunes, de 9 anos. Ambos estavam em uma bicicleta elétrica quando um ônibus os atropelou.

O decreto estabelece que ciclomotores só poderão circular com registro, licenciamento e emplacamento. Os condutores devem possuir CNH categoria A. A norma também proíbe a circulação em vias com limite de velocidade superior a 60 km/h.

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