O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta vermelho de grande perigo para acumulados intensos de chuva em áreas de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais, nesta quarta-feira, 11. O aviso começou à meia-noite e segue até as 23h59.
Segundo o instituto, a previsão indica volumes superiores a 60 milímetros por hora ou mais de 100 milímetros por dia. Esses índices são considerados muito elevados e podem provocar transtornos relevantes.
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O alerta atinge diversas regiões do interior de São Paulo, além de áreas de Mato Grosso do Sul e do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, em Minas Gerais. Também estão incluídas partes do sul e do sudoeste mineiro.
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No interior paulista, o aviso engloba regiões como Campinas, Piracicaba, Bauru, Ribeirão Preto, Araçatuba, Marília, Araraquara, Presidente Prudente e São José do Rio Preto. O Vale do Paraíba paulista também está na área de risco.

Em Mato Grosso do Sul, o alerta cobre áreas do leste do Estado, do centro-norte, do sudoeste e regiões do Pantanal sul-mato-grossense. Em Minas Gerais, o aviso inclui o Triângulo Mineiro, o Alto Paranaíba e partes do oeste e do sul do Estado.

Segundo o Inmet, o cenário pode provocar alagamentos de grande porte, transbordamentos de rios e deslizamentos de encostas, principalmente em municípios com áreas consideradas vulneráveis.
Regiões do Sul do país estão sob alerta laranja, diz Inmet
O Inmet também emitiu um alerta laranja de tempestade para áreas do Sul do país. O aviso tem grau de severidade classificado como perigo. O alerta começou à meia-noite desta quarta-feira e permanece em vigor até as 23h59 de quinta-feira 12.
As áreas afetadas incluem regiões serranas e do oeste de Santa Catarina, além do sul do Estado. No Rio Grande do Sul, o aviso abrange o noroeste, o nordeste, o sudeste, o centro oriental e a Região Metropolitana de Porto Alegre. O alerta também atinge áreas do sudoeste e do centro-sul do Paraná.

Segundo a Climatempo, a passagem de uma frente fria pelo litoral do Sudeste, combinada com a entrada de ventos frios vindos do oceano, deve derrubar as temperaturas em parte do Sul e do Sudeste ao longo da semana.
O cenário ocorre pela atuação simultânea de diferentes sistemas meteorológicos. Entre eles estão a frente fria que avança pela costa, um corredor de umidade vindo da Amazônia e uma área de alta pressão de origem polar sobre o oceano.
No Sudeste, o resfriamento ocorre sobretudo pela redução das temperaturas máximas. Em vez do calor típico de março, as tardes devem ficar mais amenas.





































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