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Investigação da Polícia Civil impede ataque na Avenida Paulista

Ação de inteligência descobre articulação para causar pânico e incitar a violência; agentes localizam 12 suspeitos

Segundo a Polícia Civil, grupo planejava o uso de bombas caseiras e coquetéis molotov | Foto: Divulgação/Agência SP
Segundo a Polícia Civil, grupo planejava o uso de bombas caseiras e coquetéis molotov | Foto: Divulgação/Agência SP

Uma ação de inteligência do Núcleo de Observação e Análise Digital (Noad) da Polícia Civil de São Paulo impediu um possível ataque na Avenida Paulista, na capital. A ação estava prevista para esta segunda-feira, 2. Agentes identificaram e conduziram para esclarecimentos pelo menos 12 suspeitos de integrarem a ação criminosa. Eles tinham entre 15 e 30 anos de idade.

A ação preventiva resultou principalmente do monitoramento e da investigação do Noad em redes sociais. Integrantes de um grupo virtual planejavam o uso de bombas caseiras e coquetéis molotov como forma de “manifestação” sem pauta definida. O objetivo seria apenas causar pânico e incitar a violência.

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Polícia: trabalho de antecipação

“Foi um grande trabalho de antecipação do Núcleo de Observação e Análise Digital da polícia. Conseguimos impedir um possível ataque que aconteceria nesta segunda”, disse o secretário estadual de Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, em entrevista coletiva. “A manifestação era uma forma de tumulto, sem pauta nenhuma”.

Com apoio da Divisão de Crimes Cibernéticos (DCCiber), os investigadores identificaram a atuação dos alvos envolvidos na capital, Grande São Paulo e interior. Um deles estava com simulacros de armas de fogo. Os doze indivíduos identificados repassavam informações e instruções a outros membros do grupo, sendo que seis deles tinham poder de comando no grupo.

Leia também: “Onde o crime organizado não tem vez”, reportagem de Fábio Bouéri publicada na Edição 285 da Revista Oeste

Conforme o delegado-geral da Polícia Civil, Artur Dian, a atuação das equipes foi decisiva para evitar riscos à população. “É mais um ataque que conseguimos impedir por meio do monitoramento digital. Os policiais se infiltraram nesses grupos e identificaram os principais articuladores”.

O delegado-geral explicou como os policiais atuam para impedir que as ameaças identificadas na internet se concretizem. “Temos ferramentas como a detecção de palavras-chave. Fazemos observação efetiva, análises digitais e, com esse uso de tecnologia e inteligência, conseguimos obter sucesso na investigação desse e de outros casos”.

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1 comentário
  1. Robson 1/77
    Robson 1/77

    Pois é! Sempre o Ego falando mais que o raciocínio. DELEGADO GERAL fala como a polícia investiga. Mais Um imbecil com diploma!
    Precisa aprender que não se expõe absolutamente nada na mídia mesmo sendo mentira.

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