O desembargador Fernando Braga Damasceno, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), autorizou a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em Caruaru, a lançar um edital específico para um curso de medicina voltado aos militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
Ao todo, estão disponíveis 80 vagas, sem exigência de vestibular tradicional. O edital, que havia sido suspenso no início de outubro, voltou a valer depois de liminar concedida na terça-feira 7.
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O curso limita a participação a beneficiários do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), incluindo assentados da reforma agrária ligados ao MST, quilombolas e educadores do programa.
Segundo a coordenadora-geral de Educação, Arte e Cultura do Campo do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Clarice dos Santos, o Pronera articulou a parceria que resultou no curso, que envolve, além do Incra, movimentos e organizações populares do campo, a UFPE e ministérios, especialmente o da Saúde.
O MST celebrou a medida como um avanço, classificando a autorização como “histórica” em sua página oficial. O movimento invasor de terras destacou que a decisão reconhece o público do Pronera como formado por “populações historicamente marginalizadas”.
Decisão judicial
Segundo o desembargador, as vagas reservadas para públicos específicos não eliminam oportunidades para a reserva tradicional de alunos do curso. Apesar do entendimento do magistrado, a seleção exige que o candidato prove sua ligação com o MST para concorrer às vagas.
No edital, a UFPE não prevê a aplicação de prova com questões objetivas para
classificação dos candidatos. Na primeira etapa, os candidatos precisaram apenas preencher um formulário on-line e enviar os documentos obrigatórios. Essa fase se encerrou no dia 20 de setembro.
Na segunda etapa, os candidatos deverão fazer uma redação, “cujo tema será correlato ao contexto do Pronera”. De acordo com o edital, “a segunda avaliação corresponderá à análise do histórico escolar do ensino médio”.
Entidades médicas afirmam que curso do MST fere a isonomia
Em comunicado conjunto, o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco, o Sindicato dos Médicos, a Associação Médica e a Academia Pernambucana de Medicina manifestaram oposição ao formato da seleção.
As entidades afirmam que o modelo “afronta os princípios da isonomia e do acesso universal”, pois não adota Exame Nacional do Ensino Médio nem o Sistema de Seleção Unificada como critérios, o que criaria um “processo paralelo” e pode afetar a credibilidade acadêmica.
Leia também: “COP30 ou um ataque ao agro?”, artigo de Antonio Cabrera publicado na Edição 287 da Revista Oeste
Até parece piada, só no Brasil da esquerda acontece esse tipo de desrespeito às leis e até ao senso comum. Brasil sem credibilidade nenhuma, ao aceitar esse tipo de decisão.
Isso nunca vai dar certo! Primeiro: porque é uma quebra de isonomia na forma como é feita a seleção: sem vestibular ou outro critério de avaliação da competência e qualificação do candidato. Segundo: não vejo como integrantes desses movimentos sociais dinâmicos e nômades, candidatos a estudante de medicina irão dar continuidade a um curso que, na sua maioria, é de tempo integral e muito caro para qualquer aluno. E como fica a questão das provas e condução das aulas pelos professores? Eles não serão selecionados – como os outros; logo, infelizmente o nível intelectivo será muito abaixo dos outros alunos. E ainda tem a questão do preconceito que sofrerão dentro de uma faculdade onde o rico é maioria.
O BRASIL já acabou!
Será que vocês não entenderam ainda!
Ponto do não retorno. A quadrilha esquerdopata já se infiltrou em todos os setores. O Brasil já virou um NARCOESTADO e o serviço público todo aparelhado.
Infelizemente, há uma infinidade de juizes de merda, safados, sem vergonha na cara. Esse deve ser mais um desse judiciário prostituido e ocupado por canalhas abastecidos pelas atividades criminosas que estão imperando no Brasil.
Nessa trupe da esquerda ninguém trabalha de graça…
Siga o dinheiro e vão encontrar as razões da decisão….simples assim !
Médico kkkkk vai invadir hospitais kkkkk
Um desembargador terrorista. Se fosse um desembargador democrático reservava 90 vagas numa vala, lugar de terrorista é lá
Essa entrada é a prova da quebra do princípio de meritocracia. Pior, beneficiando uma organização nada democrática e invasora de terras. Pelo menos, depois de formados, os pacientes deveriam saber que são do MST e entraram pelas portas do fundo sem a devida proficiência. Por outro lado, abre-se também a porta ao oportunismo, basta entrar no MST e declarar-se militante para garantir a vaga. Esse é o Brasil do “tirado da cadeia”. Uma situação que começou com uma canetada.
Apenas mais um absurdo cometido pela INJUSTIÇA reinante no Brasil. Juízes que defendem a extrema esquerda.
Esse desembargador foi nomeado como membro do Ministério Público Federal pela Dilmanta e só mostra em qual time ele joga.