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Brasil

Justiça 'procura' peritos para exame psiquiátrico em Adélio Bispo

Até o momento, não foram encontrados médicos psiquiatras que 'aceitassem realizar o exame'

Imagem de Adélio Bispo, responsável por tentar assassinar o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele aparece de camiseta azul, olhando de soslaio para a câmera - adelismo judicial
A Justiça considerou Adélio inimputável e deixou de impor pena criminal | Foto: Reprodução/Redes sociais

A Justiça Federal está buscando peritos para realizar um novo exame psiquiátrico em Adélio Bispo, que esfaqueou o presidente Jair Bolsonaro (PL) em um atentado em 2018, em Juiz de Fora (MG).

A 5ª Vara Federal Criminal de Campo Grande (MS) questionou o governo federal sobre a disponibilidade de peritos para a realização do exame. De acordo com o juiz Luiz Augusto Iamassaki Fiorentini, responsável pelo caso, não foram encontrados médicos psiquiatras que “aceitassem realizar a perícia”.

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O exame permitirá que a Justiça decida se Adélio pode retornar ao convívio social ou se a internação deverá ser estendida por mais tempo.

Adélio Bispo está internado no presídio federal de Campo Grande. Em 2019, ao julgá-lo, a Justiça o considerou inimputável (não pode ser condenado) por questões de saúde mental.

Foi estipulada medida de segurança de internação por prazo mínimo de três anos, “ao fim do qual deveria ser realizada a perícia médica para verificação da manutenção ou cessação da periculosidade”.

A sentença transitou em julgado (sem possibilidade de novos recursos) em julho de 2019.

Reabertura do caso

Em novembro do ano passado, com base em um pedido de Frederick Wassef, advogado da família Bolsonaro, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região mandou reabrir o caso.

O tribunal autorizou que a Polícia Federal (PF) vasculhe dados bancários e o conteúdo do celular apreendido em poder do advogado Zanone Manuel de Oliveira Júnior, um dos defensores de Adélio.

As informações podem revelar quem custeou os honorários advocatícios, o que, para Bolsonaro, levará a polícia ao suposto mentor do crime.

No início do ano, a PF escolheu um outro delegado, que inclusive já investigou o PCC (Primeiro Comando da Capital), para dar continuidade à investigação. ​A tarefa de Martin Bottaro Purper é esclarecer se Adélio contou com a ajuda de terceiros ou agiu a mando de alguém.

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16 comentários
  1. Audie Diogo do Amaral
    Audie Diogo do Amaral

    Simples, Adélio de louco não tem nada, porem ele tem protetores que enfrentam qualquer um que o faça falar a verdade! Se a PF se cala imaginem um cidadão civil.

  2. Henrique Barros
    Henrique Barros

    Loucura dessa justiça em liberar esse maluco. Vai tentar de novo e é isso que eles querem e oxalá não consiga.

  3. Washington Alencar
    Washington Alencar

    Vão solta-lo e quando estiver bem próximo das eleições irão mata-lo e a culpa será de quem?? Faz parte do plano.

  4. Ana Paula F.
    Ana Paula F.

    Já vi quais vão se apresentar para o trabalho 🤔

  5. Osmar Maurilio Bogo
    Osmar Maurilio Bogo

    O nobre repórter, autor da matéria, está convidado a voltar ao assunto concluindo a matéria. Por hora tal matéria está muito vaga.

  6. Renata Thomaz
    Renata Thomaz

    Como assim, “busca”???? O serviço público não possui peritos da área??? A população paga impostos pra quê?

    1. Inácio Medeiros da Nóbrega
      Inácio Medeiros da Nóbrega

      Se fosse nós EUA ,pegaria prisão perpétua.

  7. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Então soltem o vagabundo na rua que o PT dará uma solução imediata para ele, inclusive para tentar jogar a culpa para o Bolsonaro. (c.q.d.)

  8. Agnelo A. Borghi
    Agnelo A. Borghi

    Estranho. Por que os peritos estão se recusando? Faltou explicar a razão disso na reportagem.

    1. Luiz Carlos Mendonça
      Luiz Carlos Mendonça

      Realmente muito estranha essa falta de psiquiatras que se interessem por analisar esse indivíduo sem que haja um aprofundamento sobre isso na reportagem.
      O caso Adelio é, sim, muito, muito, muito estranho.

    2. Luiz
      Luiz

      Caso partamos da premissa que os psiquiatras forenses que rejeitaram sejam profissionais que honrem seu juramento e as calças que vestem, a explicação torna-se simples: diagnosticarão que Adélio não é louco coisa nenhuma e que, portanto, não deverá se manter em confinamento psiquiátrico. Aí, penso eu, nenhum deles quer assumir este papel.

    3. Renata Thomaz
      Renata Thomaz

      Verdade Faltou explicar quais são as alegações para a recusa…

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