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Mais de 8 mil litros de azeite adulterado são apreendidos no ES

Operação conjunta da Polícia Civil do Estado e do Ministério da Agricultura identificou produto 'falso' em cerca de 1,7 mil galões

Polícia apreende azeite adulterado no ES | Foto: Divulgação/Sesp
Polícia apreende azeite adulterado no ES | Foto: Divulgação/Sesp

Na Grande Vitória, uma operação de condução da Polícia Civil do Espírito Santo apreendeu mais de 8 mil litros de azeite adulterado. A ação desta semana teve a colaboração do Ministério da Agricultura e Pecuária.

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Na verdade, o produto, que estava distribuído em cerca de 1,7 mil galões, era óleo misto. Uma empresa sem a autorização necessária para o comércio de azeite estava por trás da realização das vendas. Os agentes recolheram amostras para análise detalhada, com o objetivo de confirmar a adulteração.

Empresa de São Paulo sob investigação

A empresa envolvida, localizada em São Paulo, recebeu uma notificação por práticas semelhantes em 2019. Segundo o delegado da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor, Eduardo Passamani, os proprietários estão sob investigação criminal contínua. Os produtos eram vendidos em garrafões de 5 litros — o que dificulta a fiscalização.

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“Eles vendem isso para bares, lanchonetes, restaurantes e hotéis”, explicou o delegado. “Esses estabelecimentos acabam abastecendo aqueles vidrinhos que ficam em cima da mesa. Quando você vai ali almoçar, achando que está consumindo azeite, o consumidor acaba consumindo o óleo misto.”

Ações de fiscalização do azeite na região

Azeite de oliva Procon fraude
Consumidor deve interromper o uso do azeite e solicitar substituição ou reembolso | Foto: Reprodução/Mapa

Desde o início de 2024, a polícia já apreendeu produtos suspeitos em mais de 800 estabelecimentos nas regiões de Vila Velha, Viana e Serra, no Estado do Espírito Santo. Muitas deles não sabiam da fraude e acreditavam adquirir um produto legítimo.

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O delegado recomenda que os consumidores verifiquem a autorização de venda de azeite no site do Ministério da Agricultura, como precaução.

1 comentário
  1. Osmar Martins Silvestre
    Osmar Martins Silvestre

    O famoso “me engana, que eu gosto”. O proprietário do restaurante acreditava que o produto era legítimo e fazia o sue cliente engoli-lo na salada. Compra produto falso e o apresenta ao consumidor como legítimo. O que é isso, se não uma fraude?

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