Mais de 870 advogados assinam manifesto em defesa do CFM

Defensoria Pública da União pede R$ 60 milhões ao Conselho Federal de Medicina por resolução de 2020
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Foto: Divulgação/CFM
Foto: Divulgação/CFM

Nesta terça-feira, 12, mais de 870 advogados assinaram um manifesto em prol do Conselho Federal de Medicina (CFM). O documento se opõe à Defensoria Pública da União (DPU), que no início do mês pediu R$ 60 milhões ao CFM em processo na Justiça. A DPU se levantou contra a resolução de 2020 do CFM, a qual deu autonomia para médicos atenderem seus pacientes durante a pandemia. A medida possibilitou o tratamento precoce para a covid-19.

“O médico é essencial à vida, e, de igual modo, é direito do médico exercer a medicina sem ser discriminado por questões de religião, etnia, sexo, nacionalidade, cor, orientação sexual, idade, condição social, opinião política ou de qualquer outra natureza”, ressaltam os advogados, na papelada. Para o grupo, a DPU “ultrapassou a sua competência”, visto que os conselhos de classe possuem liberdade para decidirem sobre questões éticas e procedimentais.

Obtida pela Revista Oeste, a nota dos advogados ressalta ainda que seus signatários estarão “atentos aos desdobramentos da ação movida pela DPU e que não descartam a possibilidade de intervirem como terceiros em defesa do CFM e dos médicos perseguidos”. Conforme os advogados, a ação proposta pela DPU é “temerária e foge à competência do órgão, pois não reflete o real interesse público, e sim ideológico de membros da instituição”.

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Leia também: “Presidente do CFM reitera defesa da autonomia médica e afirma que a cloroquina não deve ser descartada”

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24 comentários Ver comentários

  1. Desculpem o desabafo mas, “porra”, ainda tem gente mexendo com isso??????
    E logo a defensoria pública?
    Não chega a palhaçada na CPI ???????
    Acabou gente, vamos pensar em coisa útil ao país e delatar quem realmente desviou os recursos destinados à pandemia. Finjam um pouco que o país é serio.

  2. O problema não é autoridade médica aí tudo bem o problema é o presidente que vcs defendem propagar para todos tomarem os remédios sem eficácia comprovada e não se cuidar como se tudo fosse normal e vcs mudam o foco para passarem pano. Como é triste vcs defenderem esse louco. O PT não está no poder o presidente que vcs defendem é esse lunático mais de 600 mil mortos e vcs acham normal é vergonhoso.

  3. Se os 870 advogados fizerem uma lista de adesão, com certeza esse numero será muito maior. Sou advogado e gostaria de assinar tal manifesto. Fica a dica!

  4. Fala sério cambada de hipócritas do DPU, na hora do pegapacapá, vcs adotam o protocolo Mandeta, ou o protocolo Bolsonaro??? Vão ficar sentados no trono, com a boca escancarada, esperando a morte chegar??? Que vergonha!!!

  5. Finalmente começa uma reação! Esperemos que se intensifique. Chega de políticos, juízes, jornalistas, artistas e assemelhados METEREM O NARIZ na relação médico/paciente. Só o médico que está me tratando pode opinar sobre o que devo fazer, em termos técnicos de remédio, terapia,…Só eu posso resolver seguir, ou não, a recomendação – responderei por isto a Deus. E se eu não seguir e ficar doente? A OBRIGAÇÃO do profissional da saúde é me atender – ou ele não atende, por exemplo, o alcóolatra que se embebeda, ou o diabético que abusa do açúcar, sabendo que vai fazer mal? Chega de hipocrisia – a COVID existe e mata, mas é uma doença como muitas outras, e não se pode parar o mundo por causa dela!

  6. Não sou médico, mas desde o começo da pandemia venho acompanhando os resultados de Porto Seguro no tratamento da COVID. Onde a DR Raissa implantou um protocolo que entre outras coisas incluía o tratamento inicial. Depois de um ano e meio Porto Seguro tem uns dos menores índices de mortalidade do país 1500 por milhão de habitantes. Se a doença é desconhecida e tem alguém que está tendo sucesso no tratamento porque não seguir . O que a esquerda e uma parte da imprensa e agora o judiciário estão fazendo é um crime contra a humanidade, teríamos salvado 260 mil brasileiros se todos tivessem seguido o protocolo de Porto Seguro.

  7. É responsabilidade de CFM as mortes causadas pela utilização de medicamento com eficácia descatada pela OMS para tratamento de COVID 19, deverá indenizar os familiares das pessoas que vieram a óbito e pagar o tratamento das pessoas. CFM e entidades médicas estão agindo como curandeiros

    1. Prezado José, querem injetar uma substância que está em fase de estudos e não se sabe os resultados a médio e longo prazo e não se pode utilizar medicamentos que estão testados e aprovados (mesmo que em doenças adversas a Covid mas que entregam excelente padrão de segurança em relação ao organismo mesmo a longo prazo, pq assim estão no mercado a décadas), usar a dita “ciência” para alegar que não existe comprovação de medicamentos “a” “b”… só para informar que existe estudos “laboratoriais e ESTUDOS CLINICOS, e nestes está comprovado por todos os médicos que assim utilizam a eficácia dos mesmos. Acredito que a relação médico paciente que deve nortear o melhor tratamento é para quem não acredita fica a dipirona e casa e caso piore procure um médico e reze para ser um que resolva tratar todos os sintomas e comorbidades com medicamentos que existam no mercado. Caso não aceite, pq ir a um hospital? Pq procurar tratamento? E falar da OMS, oq ela deu de norte para tratamento? A OMS ao “meu” ver esta no mínimo perdida para não falar comprometida.

  8. Não é possível que as pessoas ditas de “bem” deste Brasil não consigam EXTIRPAR essas ERVAS DANINHAS de nossa política!! Até quando hein??

  9. Essa ação da DPU é um desserviço à sociedade. O defensor público (ou defensores) que assinou a petição está usando o dinheiro dos pagadores de imposto e o Judiciário para fazer politicagem e prejudicar o presidente do CFM, além de outros médicos. Absurdo!!!

  10. A DPU está doente, carcomida pelo câncer ideológico esquerdista e em estado terminal. Deveria passar desta para melhor. Seria um bem para a Nação.

  11. Advogados se levantam para que a justiça seja feita! Essa DPU deveria ser EXTINTA, não serve para nada a não ser onerar o contribuinte.

  12. Entre 70-80% da Medicina é off-label. Quando o Aziz fez um projeto de lei para acabar com o off-label, mesmo os que batiam palma para maluco dançar na CPI foram contra, pois isso acabaria com a Medicina. Como então a defensoria se insurge contra o que o CFM defende, que é a prescrição off-label? O que esses caras estão dizendo é que o projeto do Aziz é ótimo? Tá bom, mas teria que ser aprovado, e até o Aziz percebeu a loucura quando no site do Senado a reprovação foi de >90% e retirou a doideira para os anais da República, que é o seu lugar.

  13. Até que enfim a classe começou a se mecher contra essas inconsistências jurídicas q acontecem no país. Faltando retirar na marra esse presidente da OAB q com certeza n representa a maioria dos advogados.

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