O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) afirmou que um acampamento ligado ao movimento foi alvo de uma ação da Polícia Militar (PM) na manhã desta quarta-feira, 4, no município de Piritiba, na região da Chapada Diamantina, na Bahia.
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De acordo com o MST, a ação ocorreu no acampamento Rosimeire Araújo, onde vivem cerca de 50 famílias. O texto informa que “duas viaturas adentraram as áreas do acampamento” e que os agentes “invadiram o local sem mandado de reintegração de posse ou qualquer ordem judicial”.
Ainda segundo o relato, durante a ação os policiais “ameaçaram os moradores e incendiaram barracos”, o que, de acordo com o movimento, teria colocado em risco “a integridade física das famílias, incluindo mulheres, crianças e idosos”. O material divulgado afirma que a terra foi invadida em 2021.
Acampamento do MST registrou ação semelhante em 2023
O episódio não é o primeiro que envolve o acampamento Rosimeire Araújo, segundo registros divulgados pelo próprio MST. Em agosto de 2023, famílias instaladas na mesma área, na Fazenda Várzea da Pedra, também denunciaram uma ação de despejo atribuída à PM.
De acordo com material publicado pelo movimento, cerca de 50 famílias foram alvo de uma operação de despejo “violenta, sem ordem judicial”, ocorrida por volta do meio-dia. O texto afirma que “os trabalhadores rurais foram surpreendidos com a chegada de carros pequenos e diversos policiais, que os expulsaram do local com violência”.
Ainda segundo o relato, durante a ação, os agentes “atearam fogo em suas moradias e plantações”, que incluíam cultivos “essenciais para a garantia da subsistência da população que vivia no acampamento”.
A PM da Bahia é subordinada ao governo estadual, cujo chefe é o governador Jerônimo Rodrigues (PT). O Partido dos Trabalhadores está à frente do Estado desde 2007.
Leia também: “Sem terra e sem lei”, reportagem de Artur Piva e Joice Maffezzolli publicada na Edição 156 da Revista Oeste







































O Brasil está do avesso mesmo! O mst reclamando de “invasão” da polícia. Seria cômico se não fosse trágico.