‘Não é o momento de flexibilizar uso de máscaras’, diz Gabbardo

Em São Paulo, equipamento deve continuar obrigatório em alguns locais mesmo depois da pandemia
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João Gabbardo, coordenador do comitê científico do governo de São Paulo, participou de entrevista coletiva
João Gabbardo, coordenador do comitê científico do governo de São Paulo, participou de entrevista coletiva | Foto: Reprodução/YouTube

Em entrevista coletiva realizada nesta quarta-feira, 20, no Palácio dos Bandeirantes, o governo do Estado de São Paulo descartou a flexibilização do uso de máscaras em alguns ambientes, pelo menos neste momento. Segundo o coordenador do comitê científico estadual, João Gabbardo, haverá, inclusive, recomendação para que o equipamento de proteção continue obrigatório em determinados locais mesmo depois da pandemia de covid-19.

“O comitê científico vai propor que, em determinadas situações, mesmo depois da pandemia, o uso das máscaras seja obrigatório. Um exemplo: o ambiente hospitalar. Temos um estudo do uso da máscara que está bastante adiantado e nos próximos dias o governo vai apresentar”, afirmou Gabbardo.

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Segundo o coordenador do comitê científico do governo paulista, a melhora dos indicadores relacionados à pandemia não deve fazer com que o uso da máscara seja completamente abolido.

“Não é o momento de flexibilizar o uso de máscaras, apesar de os números estarem tão positivos. Porque nós estamos passando neste momento por flexibilizações importantes: volta às aulas com presença obrigatória dos alunos, presença de público nos espetáculos, redução da medida de distanciamento de 1 metro… Precisamos acompanhar qual será o impacto dessas modificações nos nossos indicadores”, completou Gabbardo.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que havia prometido novidades em relação à utilização obrigatória das máscaras, afirmou que o Estado segue a recomendação de seus especialistas. O tucano já disse várias vezes publicamente que São Paulo manteria a obrigatoriedade das máscaras pelo menos até o dia 31 de dezembro de 2021.

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8 comentários Ver comentários

  1. E após a pandemia ( se é que um dia essa desgraça acabe) os lugares onde esse inútil deverá manter a obrigatoriedade do lixo facial: ruas, mercados praças, praias, escolas, shoppings, florestas, desertos, no espaço, no quinto dos infernos, etc…

  2. Eles têm intenção de manter esse lixo pra sempre. Agora, quanto ao carnaval, por conta da grana, ai o governador ditadorzinho vai se fazer de desentendido com relação aos seus especialistas malditos. Desgraçados que viram nessa excrescência uma ” protecao” pra essa peste chinesa.

  3. A nossa geração será reconhecida no futuro, como os idiotas que usaram mascara de pano como prevenção contra vírus.O pior de tudo é com a concordância de Médicos, que deveriam saber o tamanho de um vírus, e saber que não tem a mínima chance de um pano que é tecido com agulhas reter um vírus. Só como parâmetro, a menor agulha conhecida é 60X maior que o vírus. As agulhas mais usadas na confecção de panos são entre 200 e 400X a tamanho do vírus. Alguém no seu juízo perfeito pode admitir a eficacia desse absurdo que impingem da sociedade como proteção.

  4. Gabardo, Gabardo!! não fala assim senão o Agripino te põe na rua, afinal ele quer fazer um carnaval para 15 milhões de pessoas e aproveitar o palanque politico visando as eleições para presidente (sic ….contem ironia).

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