Prefeitura de São Paulo recua e mantém máscara obrigatória

Decisão foi anunciada pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB) e seguiu as recomendações da equipe de saúde da capital paulista
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O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, desistiu de acabar com a obrigatoriedade do uso de máscara
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, desistiu de acabar com a obrigatoriedade do uso de máscara | Foto: Divulgação/Prefeitura de São Paulo

A prefeitura de São Paulo anunciou nesta quinta-feira, 14, que a obrigatoriedade do uso de máscaras em locais abertos e fechados será mantida na capital paulista. A possibilidade de liberação do uso do equipamento de proteção facial vinha sendo estudada pela gestão municipal, que cogitava instituir a flexibilização a partir da segunda quinzena de outubro.

A decisão foi anunciada pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB) e seguiu as recomendações da equipe de saúde do município. De acordo com Nunes, uma nova avaliação deve ser feita depois do dia 10 de novembro. “Nesta data, teremos 100% das pessoas com o esquema de vacinação completo”, projetou.

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Segundo o último boletim divulgado pela prefeitura, São Paulo já imunizou 86% da população com as duas doses ou a dose única da vacina contra a covid-19. O secretário municipal de Saúde, Edson Aparecido, havia dito que, com 90% de totalmente vacinados, a obrigatoriedade da máscara em locais abertos poderia ser discutida.

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Na semana passada, em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB),  despistou jornalistas quando indagado a respeito da possível liberação do uso de máscaras no Estado. A definição, segundo o tucano, seria anunciada em outra coletiva, no dia 18 de outubro.

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Apesar de o comitê científico que assessora o governador estar reticente quanto ao fim da obrigatoriedade da utilização do equipamento de proteção facial ao ar livre, Doria deu a entender que a medida pode ser anunciada em breve.

“Estamos dentro de uma visão otimista em relação ao futuro próximo, e não pessimista. Os dados nos dão amparo para um otimismo moderado”, disse. “No dia 18 de outubro, teremos uma coletiva de imprensa. Um dos temas será a deliberação sobre máscaras, qual o critério e quais os períodos. Adotaremos a decisão que for expressada pelo comitê de saúde e pelo PEI [Programa Estadual de Imunizações] e vamos anunciar no próximo dia 18″, prosseguiu o governador paulista.

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8 comentários Ver comentários

  1. ontem assisti ao um jogo de futebol da inglaterra em que havai pelo menos 50000 torcedorws e pasmem ,todos sem mascaras Mas aqui onde o povo so assiste a #globolixo terrorista da nq dá

  2. NÂO USO nas ruas e no meu prédio! Quero ver quem vai ser macho. Atraso a vida de qualquer um que quiser me impor algo. Seja o fdp do judiciario, policia ou um baitola qualquer das ruas. Saio pro pau. Tem juiz que acha que é intocavel cometendo arbitrariedades né?! Tá bom! Vai achando que pode cagar na cabeça das pessoas com decisões exdruxulas e não ter penalidades

  3. Duvido que liberem. No ponto que se encontra a vacinação e os números da pandemia ( digamos que sejam números honestos), sempre dão se entender que não irão tirar a obrigatoriedade. Já tem maluco contando que teremos outras pandemias. A única coisa que vão liberar é o Carnaval sem essa coisa. De resto, acho que não liberam mais. Se a sociedade não exigir de maneira bastante convincente, sei não…. parece que a maioria até gosta de usar.

  4. É isso aí – que os tiranetes continuem impondo o uso das inúteis, incômodas e danosas fraldas faciais sobre o povo medroso em locais ABERTOS quanto fechados, mesmo com 80% da população já vacinada. Ou seja, a questão aqui não é de saúde; é de controle social sobre as massas sonolentas.

    Patético.

  5. Que se f.dam os mascaralovers, eu só uso se for obrigado e ainda assim abaixo ela no queixo quando o segurança não estiver olhando. Quero ver quem vai ficar 24h do meu lado pra me obrigar.

  6. Essas mascaras de pano são a coisa mais ridícula que nos impingiram nessa pandemia. Vejo médicos importantes defendendo o seu uso, eles podem conhecer de vírus, mas possivelmente nada conhecem de fabricação de pano. A agulha mais fina já feita para tecer panos especiais, é 60x o tamanho do vírus. É o mesmo que fazer uma cela com 6 metros entre a grades e querer que o bandido fique preso. Os médicos falam em reter os perdigotos. Não retem, eles só ficam menores do tamanho do buraco da agulha que teceu o pano e saem pulverizados da mesma forma. Cretinice tem que ter hora pra acabar. Tem um trabalho a esse respeito feito por pesquisadores alemães, que as mídias não deixam divulgar.

  7. Queiroga e Bolsonaro deveriam liberar o Carnaval somente se nos 90 dias anteriores ao início do Carnaval se abolisse as máscaras em locais abertos e, caso não subisse a contaminação, fosse autorizado o Carnaval naquele Estado. Caso contrário seria proibido e as máscaras deveriam voltar ser obrigatórias em locais abertos.

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