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Polícia de Pernambuco fez relatório prévio sobre briga entre torcedores

Confrontos entre torcidas de Sport e Santa Cruz foram premeditados, segundo a corporação; Defesa Social afirmou que documento era 'genérico'

Confronto entre torcedores do Sport e do Santa Cruz, no Recife, Pernambuco
Confronto entre torcedores do Sport e do Santa Cruz, no Recife, Pernambuco | Foto: Reprodução/Twitter/X

Um relatório da Polícia Civil de Pernambuco revelou que os confrontos entre torcidas organizadas de Sport e Santa Cruz, ocorridos no último sábado, 1º, foram planejados. No mesmo dia, os clubes se enfrentaram, em clássico válido pela 6ª rodada do Campeonato Pernambucano.

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Os tumultos que se espalharam pelas ruas do Grande Recife resultaram em, ao menos, 13 feridos e 13 prisões.

O documento da Delegacia de Polícia de Repressão à Intolerância Esportiva antecipava que as torcidas estavam marcando brigas, conhecidas como “pistas”. Além disso, os grupos estavam “utilizando plataformas de redes sociais para disseminar o ódio e a rivalidade entre os envolvidos”.

Secretaria de Defesa Social de Pernambuco: ‘relatório genérico’

O secretário de Defesa Social de Pernambuco, Alessandro Carvalho
O secretário de Defesa Social de Pernambuco, Alessandro Carvalho | Foto: Divulgação/Secretaria de Defesa Social de Pernambuco

Em entrevista dada nesta segunda-feira, 3, o secretário estadual de Defesa Social, Alessandro Carvalho, negou que tenha havido falha das forças de segurança ou baixo efetivo de policiais. Ainda segundo ele, o relatório da Polícia Civil era ”genérico”.

“O relatório é uma análise de risco que tem em todo grande evento e em todo jogo de futebol”, afirmou. “E também estava na pauta do dia, que dizia: ‘pode haver um confronto, os ânimos estão acirrados, e o confronto pode ocorrer em seis terminais integrados, em qualquer cidade da Região Metropolitana, em bairros 1, 2, 3, 4, 5, 6’. Ou seja, era algo genérico.”

Leia também: “Pragmatismo excessivo”, artigo de Rodrigo Constantino publicado na Edição 254 da Revista Oeste

Agentes encontraram informações sobre a fabricação de bombas caseiras e o uso de barrotes com pregos. Elas tinham como objetivo informar como causar lesões graves aos rivais e danos ao patrimônio público e privado durante o deslocamento até o Estádio do Arruda.

Para prevenir esses episódios de violência, a Secretaria de Defesa Social moveu 680 policiais militares. O secretário Carvalho afirmou, ainda, que há diferença entre torcedores e aqueles que buscam briga e que algumas pessoas já estão sendo identificadas para responder por suas ações.

Leia mais: “Planos de saúde na UTI”, reportagem de Anderson Scardoelli publicada na Edição 254 da Revista Oeste

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1 comentário
  1. Iramar Benigno Albert Júnior
    Iramar Benigno Albert Júnior

    Esse cara de pau incompetente ainda não foi demitido pela governadora canhota? Quem mora em Recife recebeu na noite anterior do jogo, imagens e vídeos dos instrumentos musicais da Torcida Jovem do Sport, que foram roubados pela Inferno Coral e já se sabia que no dia seguinte, a resposta viria. Fez o que esse babaca? Absolutamente nada, ou o mesmo que o GSI fez no 8 de janeiro, deixou pau cantar.

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