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Alerta de explosivos em frente ao MEC mobiliza forças de segurança no DF

PM isolou área na Esplanada dos Ministérios

MEC
Área do ministério foi isolada e o Bope realizou varredura | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons

Uma mala abandonada em frente ao Ministério da Educação (MEC), em Brasília, mobilizou uma operação de segurança da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) na noite deste domingo, 14. O objeto levantou suspeitas de conter material explosivo e levou ao acionamento de protocolos específicos para ocorrências desse tipo.

A corporação começou a chamada Operação Petardo em frente ao Bloco L da Esplanada dos Ministérios, onde funciona a sede do MEC. O procedimento é adotado em situações que envolvem ameaças de bomba, artefatos explosivos ou volumes considerados suspeitos.

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Durante a ocorrência, policiais isolaram a região e restringiram a circulação de pessoas nas proximidades do ministério. Em seguida, o Esquadrão de Bombas do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) realizou uma varredura para verificar o conteúdo da mala e descartar qualquer risco à segurança pública.

O bope encontrou um cabo USB e uma embalagem de pipoca doce | Foto: Divulgação /Polícia Militar do Distrito Federal

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal também prestou apoio à operação. Segundo a PMDF, o objetivo do protocolo é proteger a população enquanto equipes especializadas avaliam a existência de eventuais artefatos perigosos.

Objeto não continha material explosivo

A operação foi encerrada por volta das 21h30. Depois da inspeção, os agentes constataram que a mala não continha explosivos ou qualquer outro material capaz de representar ameaça.

De acordo com a polícia, dentro da bagagem havia apenas um cabo USB de celular e um pacote de pipoca. Com isso, as autoridades liberaram a área e normalizaram a circulação no local.

Segundo informações da PMDF, esta foi a décima ocorrência envolvendo objetos suspeitos abandonados registrada no Distrito Federal em 2026. Desse total, sete acionamentos ocorreram por causa de volumes suspeitos, enquanto outros dois envolveram artefatos explosivos improvisados ou explosivos identificados pelas forças de segurança.

A mobilização ocorre pouco mais de um ano depois do atentado a bomba contra o STF, em novembro de 2024. Na ocasião, Francisco Wanderley Luiz detonou explosivos na Praça dos Três Poderes e morreu no local. A Polícia Federal concluiu que o homem agiu sozinho.

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