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Polícia flagra venda de sabão em pó falsificado e azeite impróprio em comércios do ES

Agentes apreendem 220 caixas de produto para lavagem de roupas e 350 garrafas de óleo que criminosos vendiam na Grande Vitória

Em sequência a proibições do Ministério da Agricultura, policiais apreendem marcas de azeite consideradas impróprias para o consumo | Foto: Divulgação/Polícia Civil do Espírito Santo
Em sequência a proibições do Ministério da Agricultura, policiais apreendem marcas de azeite consideradas impróprias para o consumo | Foto: Divulgação/Polícia Civil do Espírito Santo

Duas operações da Polícia Civil nesta terça-feira, 22, recolheram 355 garrafas de azeite de oliva impróprios para consumo e 227 caixas de sabão em pó falsificado em supermercados e farmácias principalmente da Grande Vitória.

Os agentes apreenderam duas marcas de azeites que o Ministério da Agricultura e Pecuária proibiu para comércio em razão de risco à saúde. A polícia apreendeu os azeites em supermercados de Cariacica e da Serra. Assim como recolheu caixas de sabão em nove farmácias nas cidades de Vitória, Cariacica e Vila Velha.

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Polícia Civil exibe azeite impróprio para consumo e sabão em pó falsificado: produtos foram apreendidos em mercados e farmácias da Grande Vitória |  Foto: Reprodução/TV Gazeta
Polícia Civil exibe azeite impróprio para consumo e sabão em pó falsificado: produtos estavam em mercados e farmácias da Grande Vitória (ES) | Foto: Reprodução/TV Gazeta

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A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi o órgão que coordenou a operação. Ela ocorreu pouco depois de o governo federal divulgar lista de 12 marcas de azeite impróprias. As marcas de azeite irregulares que a polícia encontrou são: Quinta de Aveiro e Don Alejandro. Espírito Santo e Santa Catarina são os Estados de origem.

Em relação às caixas de sabão em pó, os criminosos investiram na falsificação de produtos com a marca OMO. Essa marca, aliás, é uma das de maior aceitação no mercado, bem como têm os preços de venda mais altos.

Polícia diz que produtos apresentavam risco à saúde

Conforme o ministério, os produtos apresentam risco à saúde, pois omitem composição e origem. Além disso, análises mostraram que nas embalagens havia outros óleos vegetais misturados.

O delegado da Divisão de Defesa do Consumidor, Eduardo Passamani, explicou, aliás, que alguns desses produtos já tinham sido desclassificados por fraude. Acrescentou que eles não poderiam ser vendidos como azeite, pois a textura e o cheiro se aproximavam mais de um óleo de cozinha.

A Polícia Civil e o Ministério da Agricultura e Pecuária atuaram em conjunto no processo de apreensão dos azeites. As caixas de sabão em pó, por sua vez, foram recolhidas a partir de uma denúncia à Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa.

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