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Policial civil é preso por se envolver em confusão em Manaus

Raimundo Nonato Machado agrediu uma pessoa num condomínio

Casal preso advogado baleado
Jussara e o policial civil, lado a lado | Foto: Reprodução/Redes sociais

Raimundo Nonato Machado, policial civil no Estado do Amazonas, foi preso por participar da confusão que acabou com um advogado baleado em Manaus.

Sua mulher, Jussana Machado, autora do disparo, também foi presa. A detenção dela ocorreu em flagrante, na sexta-feira 18.

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O crime aconteceu dentro de um condomínio, onde os envolvidos moravam, no bairro Ponta Negra. Nas imagens, é possível ver o momento em que Jussana agride uma babá, com socos e pontapés. A vítima trabalha em um dos prédios.

O policial civil fica ao lado das duas todo o tempo, observando a situação. Ele chega a impedir quem tenta parar a briga.

Algum tempo depois, surge o advogado Ygor de Menezes Colares. Ele tenta ajudar sua funcionária, que apanha de Jussara. Contudo, também é barrado pelo policial.

Leia também: “PM é baleada em troca de tiros com criminosos em Santos

Em determinado momento, Raimundo passa a arma para a mulher e continua com as agressões contra o advogado. As imagens flagram o momento em que Jussara mira o advogado, no chão. O policial bate na mão dela, e o tiro acerta a perna de Ygor. A confusão seguiu para a guarita do condomínio, até que a polícia chegasse.

Polícia se manifesta sobre confusão em condomínio

O delegado-geral Bruno Fragas concedeu uma coletiva de imprensa, na capital amazonense, na manhã de hoje. Ele declarou que a instituição não compactua com a conduta do servidor.

Fragas também explicou que, além da parte criminal, as transgressões administrativas serão apuradas.

“Ressalto que não houve omissão por parte do plantão do 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP), no momento da apresentação dos envolvidos”, informou o delegado. “As materialidades apresentadas fizeram com o que o delegado plantonista decidisse por imputar o crime de lesão corporal ao investigador, e flagrante à mulher dele, por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, disparo de arma de fogo, lesão corporal e ameaça.”

Ygor de Menezes Colares, advogado baleado na confusão, diz que deixou o condomínio no bairro de Ponta Negra.

“Não me sinto seguro de voltar para minha casa”, afirmou Colares. “Sinto-me totalmente numa situação de impotência, de medo, e não consigo ir para lá. Vou pedir ajuda de algumas pessoas para retirar minhas coisas, mas não consigo voltar para lá.”

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1 comentário
  1. XY / XX
    XY / XX

    Pipoca e coca-cola que o teatro dos que fizeram o L ja começou. A sociedade esta ficando imbecilizada. Violencia gratuita, e na duvida metem chumbo.

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