A Prefeitura de São Paulo informou, nesta segunda-feira, 8, que acionou a Interpol, por meio da Polícia Federal, para impedir que as obras roubadas na Biblioteca Mário de Andrade deixem o país. O órgão internacional mantém um banco de dados com descrições e imagens de cerca de 57 mil obras de arte roubadas ou desaparecidas.
Neste domingo, 7, dois criminosos invadiram a biblioteca, no centro, e roubaram oito gravuras de Henri Matisse e cinco de Candido Portinari, da obra Menino de Engenho. As peças integravam a exposição “Do livro ao museu: MAM São Paulo e a Biblioteca Mário de Andrade”.
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A prefeitura também comunicou o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a Associação de Galeria de Artes do Brasil (Agab) sobre o caso.
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A Interpol desenvolve o aplicativo “ID-Art”, que auxilia na identificação de bens culturais subtraídos e no combate ao tráfico ilícito de obras.
Polícia de São Paulo já identificou criminosos
Segundo a polícia, os criminosos já foram identificados, com base em imagens de câmeras de vigilância. Os nomes, porém, não foram divulgados. Os vídeos do sistema SmartSampa mostram quando a dupla caminha pela Rua João Adolfo com as obras na manhã deste domingo.
As imagens mostram quando uma van azul estaciona às 10h43. Dois homens descem do veículo e seguem pela calçada. Um minuto depois, eles retornam à van. Um deles, de camiseta clara, retira duas telas e caminha com elas. O outro sai com um papel nas mãos.
Em outro ângulo, o homem de camiseta clara aparece ao deixar três telas encostadas no muro no cruzamento da Rua João Adolfo com a Alfredo Gagliotti. Depois, ele corre e atravessa a rua. Ainda não se sabe quem retirou as obras do local ou se os próprios ladrões voltaram para buscá-las.






































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