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Procon nega história sobre venda de água por R$ 93

Órgão fiscalizou mais de 50 estabelecimentos em São Sebastião e não encontrou irregularidades

Procon Venda Água R$ 93
As chuvas no litoral paulista afetaram principalmente São Sebastião | Foto: Reprodução/Pixabay

O Programa de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo (Procon-SP) não identificou a venda de água por R$ 93 em São Sebastião, no litoral norte paulista. Em parceria com a Secretaria de Segurança Pública do Estado e com a Secretaria da Justiça e Cidadania, o órgão fiscalizou mais de 50 estabelecimentos do município nesta semana.

De acordo com o Procon-SP, não houve abuso nem irregularidade na venda de produtos alimentícios. Mesmo assim, o órgão pediu aos fornecedores que apresentem suas movimentações financeiras nos dias posteriores à tragédia em São Paulo.

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Leia mais: “A mais previsível tragédia”, reportagem publicada na Edição 153 da Revista Oeste

Na semana passada, reportagens jornalísticas informaram que comerciantes estavam vendendo água por R$ 93, café por quase R$ 30 e macarrão e repolho por R$ 20. Conforme a denúncia, os vendedores estavam “se aproveitando da tragédia para inflacionar os preços dos alimentos”. Na verdade, alguns estabelecimentos venderam o fardo com 12 garrafas de água de 500 mililitros por R$ 93. Isso significa R$ 7,75 por unidade.

A comerciante Maria Isabel, 70 anos, tornou-se alvo de ofensas depois de a história circular nas redes sociais. “Isso é uma piada”, disse ela, em entrevista à Rede Record. “O Procon esteve aqui e constatou que está tudo em ordem. Não chegamos a vender nada. Estávamos fechados. É muita loucura. É a pessoa ser muito maldosa.”

Quando as reportagens sobre o tema se alastraram, o Procon-SP alertou os cidadãos. De acordo com o órgão, aqueles que identificassem abuso na venda de produtos deveriam solicitar a nota fiscal ou registrar tal prática abusiva de alguma forma que permitisse a análise e a investigação pelas autoridades.

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2 comentários
  1. carlos roberto de moura
    carlos roberto de moura

    Talvez o jornalista em questão só conheça a palavra fardo como aquilo que os brasileiros carregam ao ter que suportar certa imprensa vergonhosa.

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