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Brasil

Professora é brutalmente assassinada enquanto dava aula de reforço para crianças

Suzy Cristina Leite, de 43 anos, foi morta com golpes de um objeto cortante na cabeça

Professora assassinada
Suzy Cristina Leite era de Belém, no Pará | Foto: Reprodução/Redes sociais

Uma professora foi assassinada com golpes de um objeto cortante na cabeça e vários tiros de arma de fogo. Suzy Cristina Leite, de 43 anos, foi morta na quarta-feira 19 enquanto dava aula particular de reforço para crianças, em Belém.

O crime ocorreu na passagem Samaúma, no distrito Icoaraci. Segundo a polícia, três homens teriam chegado ao local onde a vítima dava aula e cometeram o crime. De acordo com testemunhas que estavam no local, eles ainda levaram o celular da professora.

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Como mostrou o Jornal Liberal 2ª Edição, da TV Globo, crianças entre sete e oito anos conseguiram fugir sem ferimentos.

“Em 2022, Brasil registra menor número de assassinatos da década”

Investigação da morte da professora

Assassinato
Foto: Reprodução

A Polícia Militar estava no local e informou que tenta identificar e prender os criminosos.

Equipes da Divisão de Homicídio e da Polícia Científica foram acionadas. A Polícia Civil instaurou um inquérito e apura as causas do assassinato. A motivação do crime ainda é desconhecida.

A polícia investiga se o crime está relacionado com a morte do marido de Suzy, assassinado há cerca de um ano em Benevides, na Grande Belém, e com o incêndio que foi provocado na casa em que o casal morava.

Até a manhã desta quinta-feira 20, nenhum envolvido na morte da professora foi preso.

Morte de torcedora: polícia identifica palmeirense que arremessou garrafa em briga

A Polícia Civil de São Paulo afirmou, na quarta-feira 19, ter chegado à identificação de um torcedor do Palmeiras que teria arremessado uma garrafa durante a confusão com parte da torcida do Flamengo, que terminou com a morte de Gabriela Anelli, de 23 anos.

A diretora do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), Ivalda Aleixo, disse que os investigadores têm três suspeitos e agora tentam descobrir se a garrafa arremessada gerou o estilhaço que atingiu Gabriela no pescoço.

“Justiça solta criminoso que baleou policial na cabeça”

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1 comentário
  1. Adriana de Oliveira Zandona
    Adriana de Oliveira Zandona

    Para cometer um crime dessa natureza não há que procurar só os motivos e, sim, prender os criminosos sem demora. Neste país da impunidade, a justiça é lenta quando não é alguém importante. Nesse caso, ela só é uma professora…

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