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Ranking lista as Marinhas mais poderosas do mundo; veja a classificação da brasileira

A pontuação mais alta pertence aos EUA

navio guerra EUA
A Rússia ficou em terceiro lugar | Foto: Reprodução/Twitter/X/@CENTCOM

O Diretório Mundial de Navios de Guerra Militares Modernos (WDMMW, sigla em inglês) divulgou o ranking de maiores potências marítimas do mundo de 2023. O levantamento analisou os serviços navais de 36 países, classificando a quantidade total de navios de guerra e submarinos, além de aspectos como idade da frota, apoio logístico e capacidade ofensivas e defensivas.

A lista do WDMMW leva em conta categorias específicas de navios de guerra que cobrem projetos de ataque, defesa e suporte geral, além de excluir navios de patrulha menores, navios auxiliares ou de pesquisa, de reabastecimento e cerimoniais históricos.

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As informações são obtidas a partir de fontes públicas. Já a classificação é formada a partir de uma fórmula que considera os valores relativos à força total de combate das várias forças navais do mundo.

A pontuação mais alta pertence à Marinha dos EUA, principalmente por causa da potente frota de porta-aviões movidos a energia nuclear do país. Ao todo, a força marítima norte-americana possui uma frota com 243 unidades no inventário ativo, que possui 11 porta-aviões, 68 submarinos, 22 cruzadores, 70 contratorpedeiros, oito navios de guerra, 22 cruzeiros e 33 navios de assalta anfíbio.

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A China ocupou o segundo lugar da classificação, o que mostra seu crescimento em força por intermédio da adoção de embarcações de superfície e submarinas mais avançadas, bem como navios de apoio crítico.

O inventário ativo da China possui 425 unidade de força, três porta-aviões, 72 submarinos, 48 contratorpedeiros, 71 corvetas, 44 fragatas, 49 navios de guerra, 127 navios de patrulha e 11 navios de assalto anfíbio.

A Rússia ficou em terceiro lugar com 265 unidades ativas em sua frota, 83 corvetas, 58 submarinos, 48 navios de guerra, 27 navios de patrulha, 21 navios de assalto anfíbio, 12 contratorpedeiros, 11 fragatas, um porta-avião e quatro cruzeiros.

Já a Marinha Brasileira ocupou a 25ª posição. Conforme o ranking, nosso país possui 46 unidades ativas em seu inventário, sendo quase a metade composta de navios de patrulha, com 22 unidades. Existem ainda sete submarinos, cinco navios de guerra, seis fragatas, três navios de assalto anfíbio, dois corvetas e um porta-helicóptero.

Veja o ranking das maiores Marinhas do mundo

  1. Estados Unidos (243 unidades e pontuação 323,9)
  2. China (425 unidades e pontuação 319,8)
  3. Rússia (265 unidades e pontuação 242,3)
  4. Indonésia (243 unidades e pontuação 137,3)
  5. Coreia do Sul (138 unidades e pontuação 122,9)
  6. Japão (102 unidades e pontuação 121,3)
  7. Índia (102 unidades e pontuação 99,1)
  8. França (65 unidades e pontuação 92,9)
  9. Reino Unido (51 unidades e pontuação 88,3)
  10. Turquia (90 unidades e pontuação 80,5)
  11. Itália (54 unidades e pontuação 80,7)
  12. Taiwan (91 unidades e pontuação 74,6)
  13. Egito (107 unidades e pontuação 72,4)
  14. Coreia do Norte (186 unidades e pontuação 67,9)
  15. Argélia (96 unidades e pontuação 61,5)
  16. Bangladesh (50 unidades e pontuação 58,6)
  17. Espanha (42 unidades e pontuação 56)
  18. Alemanha (34 unidades e pontuação 54,7)
  19. Irã (66 unidades e pontuação 50,3)
  20. Austrália (36 unidades e pontuação 48,9)
  21. Tailândia (86 unidades e pontuação 47,6)
  22. Grécia (63 unidades e pontuação 47,2)
  23. Canadá (37 unidades e pontuação 43,7)
  24. Cingapura (37 unidades e pontuação 43,2)
  25. Brasil (43 unidades e pontuação 39,9)
  26. Portugal (28 unidades e pontuação 38,9)
  27. Suécia (35 unidades e pontuação 37,8)
  28. Holanda (22 unidades e pontuação 37,3)
  29. Paquistão (31 unidades e pontuação 36,6)
  30. Filipinas (59 unidades e pontuação 33,7)
  31. Argentina (30 unidades e pontuação 19,8)
  32. África do Sul (11 unidades e pontuação 13,7)
  33. Arábia Saudita (25 unidades e pontuação 10,7)
  34. Ucrânia (16 unidades e pontuação 8,6)
  35. Bélgica (nove unidades e pontuação 7,6)
  36. Turcomenistão (35 unidades e pontuação 2,3)

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8 comentários
  1. Edelcio Benedito dos Santos Junior
    Edelcio Benedito dos Santos Junior

    Entendo a utilidade dessa informação.
    As forças armadas não se prestam à defesa dos interesses do povo.
    As forças armadas tem por missão a salvaguarda da segurança nacional e não a segurança interna.
    Durante o Brasil Império o Brasil possuía uma das maiores potências navais militares, o que nos assegurou a inviolabilidade de tão extenso e cobiçado litoral.
    A função das Forças Armadas não reside apenas e repelir ameaças ou violações à nossa soberania, mas também (e principalmente nos dias modernos) dissuadir qualquer plano de invasão do território nacional.
    Infelizmente essa reportagem noticia o avassalador (e porque não dizer desesperador) desmantelamento de nossas forças de segurança.
    Eu esperava comentários mais maduros de leitores dessa renomada publicação digital.

  2. Adonis Crivelli Neto
    Adonis Crivelli Neto

    Sem serventia essa matéria, parece até coisa da Contigo ou Veja. Daqui a pouco estarão noticiando as plásticas e a vida sexual das subcelebridades.

  3. Mary Rodrigues De Oliveira Rios
    Mary Rodrigues De Oliveira Rios

    De que as nossas FAA? Se de nada servem? Quando precisamos foram contra nós o povo de bem?

    1. Edelcio Benedito dos Santos Junior
      Edelcio Benedito dos Santos Junior

      Mary, as FAA fizeram o papel deles. Não cabia a elas impedir a posse do Lula e instalar um golpe de Estado no Brasil. Eles cumpriram com sua missão institucional.
      Se o povo não concordou com o resultado das eleições, caberia a ele, por cada um de seus indivíduos, adotar as medidas que nos são postas à disposição. Seria MUITO mais efetiva um enxurrada de contestações no TSE do que uma tomada de poder pelas FAA.
      Sem dúvida geraria uma maior repercussão na comunidade internacional uma contestação judicial maciça do povo ao resultado das urnas do que as manifestações que possibilitaram a infiltração de opositores políticos para conferir suposta legitimidade às ações adotadas pela esquerda contra a direita.
      Pondere um pouco as razões que coloquei e sinta-se à vontade para me contestar.

      1. Edelcio Benedito dos Santos Junior
        Edelcio Benedito dos Santos Junior

        E antes que entendam algum corporativismo de minha parte, sou civil e nunca tomei parte em qualquer das Forças Armadas, pois fui classificado em excesso de contingente no serviço militar obrigatório. Também não sou um idoso reacionário, pois conto com meros 48 anos de idade.

  4. Reginaldo Corteletti
    Reginaldo Corteletti

    Discordo. O Brasil está em primeiro lugar. Tem mais almirantes que a marinha dos Estados Unidos.

  5. frederico cardoso fernandes pontes
    frederico cardoso fernandes pontes

    militares servem a eles , sindicato

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