O caso que resultou na morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante atividade de rope jumping (uma modalidade de salto ao ar livre) em Limeira, no interior de São Paulo, irá parar na Justiça. O acidente fatal ocorreu neste sábado, 13.
A Prefeitura de Limeira afirmou que a “responsabilidade pela fiscalização, manutenção e controle de acesso à Ponte do Esqueleto é exclusivamente do governo federal”. A administração municipal comunicou que vai processar a União por “omissão”.
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A prefeitura comunicou que havia encaminhado ofícios pedindo medidas de segurança. “Desde o início de 2025, a administração municipal vinha adotando medidas administrativas e cobrando providências junto aos órgãos federais responsáveis pela área”, disse.
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O prefeito limeirense, Murilo Félix (Podemos), afirmou que a área “apresenta riscos conhecidos há anos”. O salto de Maria Eduarda ocorreu na Ponte do Esqueleto.
Uma ciclista morreu ao cair da mesma ponte em abril de 2024. Em agosto do ano seguinte, duas mulheres ficaram gravemente feridas em outro acidente no local. A estrutura está desativada há mais de 30 anos.
Salto fatal resulta em prisões
A Polícia Militar paulista prendeu seis pessoas pela morte de Maria Eduarda. A jovem foi lançada de uma altura de 40 metros sem que a corda estivesse devidamente presa a seu corpo. O momento do salto foi registrado em vídeo que se espalhou pelas redes sociais.
🇧🇷‼️🚨 WOMAN THROWN DOWN FROM BRIDGE – FORGOT ROPE
— Lord Bebo (@MyLordBebo) June 13, 2026
This is probably the stupidest way to die. You pay the guys to throw you down the bridge … but they are sloppy and forgot the rope. You fall to your death.
The tragic accident happened on Skeleton Bridge between Limeira and… pic.twitter.com/Hua1Hi8lLS
Os instrutores que aparecem nas imagens usam camisas com os nomes das empresas Entre Cordas e Ih Voei. A reportagem tentou contato com as duas, mas não teve resposta até a publicação deste texto.
Em perfis nas redes sociais, os instrutores registravam vários saltos de rope jumping, inclusive com crianças. Em dezembro de 2025, o salto com a Entre Cordas custava R$ 130.






































Não tenho dó nenhuma de quem consomem esse tipo de lixo…logo logo tão todos soltos atrasando novamente as pessoas de bem!
Cadê o baloeiro!?
Esqueceram né !?!
Nossa população é nojenta!
Num país em que motoqueiros assolam as regras de trânsito diariamente, na frente da sede da CET na bela Cintra…em plena avenida Consolação e Augusta….essa “do esqueceram da corda” é fichinha!!
Nossa sociedade está doente…dominada por um minoria nojenta, pervertida e doentia…e geralmente…esssas pessoas votam nos PTralhas
Irresponsáveis. Mataram a moça.