Pela 13ª vez consecutiva, São Paulo é considerado o Estado mais competitivo do Brasil. É o que aponta um estudo do Centro de Liderança Pública (CLP), em parceria com Seall e Tendências Consultoria.
De acordo com o levantamento, São Paulo também é líder geral nos pilares educação, infraestrutura e inovação.
A unidade federativa também teve bom desempenho em sustentabilidade ambiental (2º lugar geral), sustentabilidade social (3º lugar), segurança pública (4º lugar) e capital humano (7º lugar).
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Considerando os dez Estados com melhor colocação no ranking, três deles estão no Sudeste. O melhor avaliado é o Espírito Santo, na 6ª posição nacional e na 2ª da região. O bom resultado foi puxado pelos pilares solidez fiscal (1º lugar no ranking nacional), infraestrutura (2º), sustentabilidade ambiental (4º) e educação (7º).
Em 2020 e 2021, o Estado ficou em 5º lugar, melhor posição na série histórica.
Na 3ª posição da região está Minas Gerais, que figura o 7º lugar no ranking nacional. O Estado é o 3º melhor do país em educação, o 5º melhor em segurança pública e o 6º colocdo em inovação, sustentabilidade ambiental e sustentabilidade social. Em comparação ao ano passado, Minas caiu uma posição.
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Já o Rio de Janeiro está em 4º lugar na região e em 13º no ranking nacional. O Estado ocupa a 5ª posição geral em sustentabilidade ambiental e a 7ª em infraestrutura e inovação. Em relação a 2023, o Estado recuou duas posições.
Estudo avalia competitividade a partir de indicadores
Na 13ª edição do estudo, a avaliação das 27 unidades federativas foi feita a partir de 99 indicadores.
Eles foram distribuídos em dez pilares considerados fundamentais para a promoção da competitividade e melhoria da gestão pública: infraestrutura, sustentabilidade social, segurança pública, educação, solidez fiscal, eficiência da máquina pública, capital humano, sustentabilidade ambiental, potencial de mercado e inovação.
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“A cultura de tomada de decisão a partir de evidências pode tornar o setor público brasileiro muito mais eficiente”, destaca o diretor-presidente do CLP, Tadeu Barros. “O ranking é uma ferramenta primordial quando falamos de efetividade de políticas públicas formuladas a partir de diagnóstico, indicadores consolidados e análise de desempenho.”
“É uma iniciativa que leva o setor público a tomar, cada vez mais, as decisões com base em informações e, cada vez menos, em opiniões”, acrescenta.
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