A rotina dos paulistanos foi impactada depois de uma paralisação no transporte público, mas a circulação dos ônibus voltou ao normal nesta quarta-feira, 10, depois de um acordo entre prefeitura e empresas. O impasse envolveu o pagamento do 13º salário aos trabalhadores, que agora está previsto para ser quitado até sexta-feira 12, conforme compromisso firmado pelas empresas.
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Durante uma reunião com representantes do Sindicato dos Motoristas, líderes empresariais e membros do alto escalão da prefeitura, as causas da paralisação e as consequências para a população foram debatidas. O encontro também definiu que as empresas deverão pagar o vale-refeição nas férias referente aos meses de setembro, outubro e novembro.
Compromissos firmados depois da paralisação em São Paulo
Em nota, o Sindmotoristas destacou que “ficou acertado que as empresas de ônibus terão de providenciar o pagamento do vale-refeição nas férias relativo aos meses de setembro, outubro e novembro, bem como o 13º salário dos trabalhadores, até o dia 12 de dezembro.”
Segundo o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), caso as empresas descumpram o acordo, a administração municipal dará início a processos de intervenção e exclusão dessas operadoras do sistema de transporte público.
O aplicativo Cittamobi revelou que cerca de metade da frota de ônibus da capital parou de circular, já que o volume de dados do sistema Olho Vivo caiu 50% em relação a um dia comum. Terminais como Santo Amaro e Campo Limpo registraram ônibus parados e longas filas de passageiros.
No Terminal Dom Pedro II, passageiros precisaram deixar o local por causa da interrupção dos serviços. Nas garagens, ônibus da Viação Sudeste retornaram sem atender à demanda, especialmente na Avenida do Cursino, zona sul.
Repercussões e medidas emergenciais
A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana/Transportes e a SPTrans formalizaram um boletim de ocorrência contra as empresas envolvidas por falta de aviso prévio sobre a paralisação. Como medida emergencial, a prefeitura suspendeu o rodízio de veículos na cidade.
Leia também: “A anistia inevitável”, artigo de Augusto Nunes e Branca Nunes publicado na Edição 255 da Revista Oeste
Claro!!
Derrite é o promotor deixaram o PCC sem dinheiro….dá nisso… desde MARTAXA Suplício 50% das empresas de busão são da faccção.