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Secretário perde cargo depois de vídeo na Havan viralizar

Servidor foi demitido depois de aparecer em gravação que circulou nas redes sociais no fim de semana

Havan
Cláudio Machado afirma que não cometeu nenhuma irregularidade | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons

A Prefeitura de Presidente Figueiredo, no Amazonas, exonerou o secretário de Infraestrutura, Cláudio José Ernesto Machado, nesta segunda-feira, 14. Conhecido como “Engenheiro Machadão”, ele aparece em um vídeo dentro de uma loja da Havan, em Manaus, supostamente ao trocar embalagens para pagar um valor menor por um produto.

O empresário Luciano Hang divulgou a gravação nas redes sociais, no domingo 13, como parte de um compilado com imagens de supostos furtos nas lojas da rede. Como resultado, a prefeitura desligou o secretário do cargo depois da repercussão.

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Cláudio Machado afirma que não cometeu nenhuma irregularidade. Nesse sentido, em nota, disse que não teve “intenção de agir de forma desonesta” e que pagou pelo item normalmente. Ele argumenta que nenhum funcionário o abordou enquanto estava na loja.

“Já estou buscando na Justiça que as medidas cabíveis sejam tomadas”, disse Machado.

Natural de Manaus, Engenheiro Machadão tem histórico no serviço público, com passagens pelos Correios, pelo Exército e pela Marinha. Em 2022, disputou o cargo de vice-governador do Estado pela chapa encabeçada por Carol Braz (PDT).

Na declaração oficial, ele reforça que o produto estava lacrado e que a funcionária do caixa não encontrou nenhuma irregularidade. Segundo ele, isso comprova que não houve tentativa de fraude nem furto. Além disso, o caso continua gerando repercussão nas redes sociais, e a Justiça deve analisá-lo nos próximos dias.

Cláudio Machado divulga nota depois de episódio na Havan

“Em recente vídeo divulgado nas redes socias, fui exposto de forma vexatória por um estabelecimento comercial em Manaus, que de forma irresponsável me qualifica como criminoso, ao afirmar que cometi um furto.

O que foi comprado foi pago. No momento do pagamento o produto estava lacrado e a funcionária do caixa não observa nenhuma irregularidade ou violação na embalagem, caso contrário teria sido indagado.

Durante todo o percurso não fui abordado por nenhum funcionário. Logo, não posso ser acusado de criminoso.

Já estou buscando na justiça que as medidas cabíveis sejam tomadas e que a empresa e seu proprietário reparem de alguma forma a exposição e os danos causados a mim.”

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