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Brasil

'Semana do Cinema' oferece sessões a R$ 10 até quarta-feira

Campanha quer trazer público de volta às salas de projeção, depois de quase dois anos afastados pela covid-19

Foto: Reprodução/ Letícia Iervolino

A Semana do Cinema vai promover ingressos de R$ 10 para todos os filmes em cartaz nas maiores redes de cinema do Brasil. A promoção começou na quinta-feira 15 e vai até a quarta-feira 21. Além do valor do ingresso, os combos da pipoca e refrigerante também vão receber um desconto promocional.

A campanha é uma iniciativa da Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas (Feneec). O objetivo é incentivar o retorno do público às salas de projeção, depois de quase dois anos afastados devido à pandemia de covid-19.

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Participam da oferta as redes de cinemas do Cinépolis, UCI, Cinemark, Petra Belas Artes, Playarte, Cinesystem, GNC, Moviecom, Arteplex, Cineart e Itaú Cinemas. No entanto, as salas 3-D e VIP não participam da ação.

A oferta de gêneros dos longas-metragem é variada, com filmes em cartaz como Órfã 2: A origem (2022), Ingresso para o Paraíso (2022), Elvis (2022), Minions 2 (2022), Papai é Pop (2022) e Não! Não Olhe! (2022).

Leia também a matéria Cinemas de rua em SP: uma história de resistência, de Letícia Iervolino e Isabela Cucolicchio.

Leia um trecho

A cidade de São Paulo oferece milhares de opções de entretenimento. Mas os cinéfilos paulistanos são, de longe, os maiores privilegiados do Brasil. De acordo com a Agência Nacional do Cinema (Ancine), um terço de todos os cinemas do país está localizado na capital paulista, que disponibiliza para o público as experiências audiovisuais mais modernas do mercado.

Mas existem opções para quem dispensa a visita a centros comerciais. Os antigos cinemas de rua vão na contramão do que o mercado atual oferece. Os espaços são mais isolados e aconchegantes. O número de poltronas é reduzido e a programação valoriza os mais variados gêneros da sétima arte. 

“O cinema de rua está mais integrado à cidade”, afirma o cineasta Josias Teófilo, neto de Pedro Teófilo, dono do Cinema Olympia, no Recife, na década de 1950. “Naquela época, as produções brasileiras eram muito vistas nos cinemas de bairro. E esses espaços tinham uma variedade de programação maior que hoje.”

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