Senador paga jantar de R$ 1 mil com dinheiro do pagador de impostos

Carlos Portinho chegou a Senado com a morte de Arolde de Oliveira, de quem ele era suplente
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Carlos Portinho é senador pelo PL do Rio de Janeiro
Carlos Portinho é senador pelo PL do Rio de Janeiro | Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

O senador Carlos Portinho (PL-RJ) pediu o reembolso por uma conta de R$ 1.206,23 no Kawa Restaurante, em Brasília. Os pratos foram servidos em 23 de setembro. Salmões, ostras, polvos e camarões fizeram parte da degustação. Para justificar, o político descreveu o gasto como um “jantar alinhamento sessão do congresso com equipe jurídica”.

Dias antes, em 8 de setembro, Portinho pediu o ressarcimento de uma outra fatura do Kawa. Na descrição, um “jantar” no valor de R$ 571 com a “diretoria Universidade Candido Mendes”, do Rio de Janeiro, “preparatório para reunião MEC”.

Pelos dois eventos, o parlamentar recebeu, respectivamente, R$ 510,00 e R$ 1.076,99 — as gorjetas tiveram de sair do bolso do político. Ele chegou ao Senado com a morte de Arolde de Oliveira (PSD-RJ), de quem ele era suplente.

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Em 2016, Portinho participou de sua primeira eleição. Filiado ao PSD na época, o então candidato obteve 7,2 mil votos e fracassou ao tentar se eleger vereador na cidade do Rio de Janeiro.

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9 comentários Ver comentários

  1. A reportagem não fala no nº de comensais. Qq pessoa que tem grana para assinar esta Revista sabe que uma despesa num restaurante medio não sai por menos de 100 pra cada branco. Vampará de hipocrisia.

  2. A única esperança contra esta imundície ,eram as forças armadas!! Mas pelo visto, nossos comandantes estão interessados também que isto não tenha fim. Já se enturmaram com a podridão !!!

  3. Voto distrital já. Se o político sair pra algum cargo entra o mais votado. Vamos seguir a vontade do povo e transparência pública no escrutínio, essência da democracia

  4. É recomendável a cassação imediata de um politico que apresente tais notas de ressarcimento.
    Uma reforma política é urgente urgentíssima, acabar com o voto de legenda e a figura do suplente

  5. Por essa e por outras é que político virou uma profissão concorrida, sem contar que para tal n se exige nenhuma qualificação intelectual e muito menos moral. Até mesmo um analfabeto pode ser eleito e desfrutar das benesses do cargo e depous gozar de uma aposentadoria integral com valor muito acima do teto da maioria do povão q se aposenta pelo Inss. E todos discursam a vida inteira sobre desigualdade social, é nojento não ?

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