O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) sediará uma homenagem ao grupo terrorista Hamas. O Partido da Causa Operária (PCO) organiza o encontro, marcado para o próximo 7 de outubro, e o anuncia como uma comemoração à “heroica” Operação Dilúvio de Al-Aqsa.
A data marca os dois anos dos atentados contra Israel, que, segundo a Organização das Nações Unidas, matou mais de 1,2 mil pessoas. Na ocasião, os assassinos demonstraram frieza ao atirarem contra turistas em uma rave e ao comemorarem as mortes.
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Originalmente, o evento estava marcado para ocorrer na Academia Paulista de Letras (APL). Contudo, a entidade cancelou sua participação assim que ficou sabendo o teor do evento.
“A academia foi consultada exclusivamente quanto à possibilidade de locação de seu auditório para uma reunião promovida pelo PCO”, explica a APL, em nota. “Tão logo teve conhecimento do conteúdo e do caráter da referida manifestação, a academia recusou prontamente a cessão do espaço.”
O que dizem sobre a homenagem ao Hamas
Depois da desistência por parte da APL, o PCO publicou um novo flyer do evento para informar o local substituto e criticar o poscionamento da instituição. “Frente ao apoio vergonhoso da Academia Paulista de Letras (APL) a ‘Israel’ e ao genocídio em Gaza, fomos obrigados a mudar o local da manifestação”, afirma a legenda.
A nota do partido ainda se coloca contra a “pressão sionista e criminosa que o imperialismo tenta fazer para censurar o ato”. A vereadora paulistana Cris Monteiro (Novo), por exemplo, solicitou uma investigação ao Ministério Público de São Paulo sobre o evento. Ela chamou o evento do PCO de “uma das coisas mais repugnantes” que já viu.
Procurado pela reportagem de Oeste, o sindicato dos professores paulistas não respondeu. O espaço segue aberto para manifestações.
No sábado 27, a Apeoesp recebeu um evento em que militantes cantavam “Estado de Israel, Estado assassino” e portavam faixas com a expressão “Palestina livre do rio ao mar”, utilizada pelos terroristas.
Durante uma passagem, a coordenadora do Apeoesp em Santo André (SP), Maíra Machado, disse que “a luta em defesa da Palestina é a luta anti-imperialista em todo o mundo”. O sindicato é filiado a movimentos ligados à esquerda, como a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação e a Central Única dos Trabalhadores.
Leia também: “Vereadora pede investigação depois do PCO celebrar ataque do Hamas”






































Cadê as autoridades? Apologia ao terrorismo pode ?
Não à toa, a educação brasileira está entre as piores do mundo!!!! Escolas que formam analfabetos, dependentes de bolsa familia e outros programas ditos sociais.
Professores ,criamos uma classe de militantes,contaminam as mentes de crianças e adolescentes, não permite o debate de idéias .
Se existe extrema esquerda, os docentes são responsáveis.🇺🇲🇬🇧🇬🇧🇬🇧🇬🇧🇬🇧🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇺🇾🇺🇾🇺🇾🇺🇸🇦🇷🇦🇷🇺🇦🇺🇦🇳🇮🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱
Cambada de comunas, aproveitadores, meliantes. Com certeza não representam toda a classe de profissionais da educação.