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Vereador do Rio relata drama durante bombardeios do Irã: 'Não me arrependo'

Flávio Valle (PSD-RJ) estava em Israel e, mesmo tendo sentido medo, diz que a experiência foi um aprendizado

Vereador Flávio Valle (PSD-RJ) viagem Israel
Vereador Flávio Valle se refugiou em abrigos durante ataques | Foto: Reprodução/Instagram Flávio Valle

Vivenciar os ataques do Irã a Israel é uma experiência marcante para qualquer um. A pessoa se sente alvo direto, já que os mísseis iranianos miravam a população civil. Uma realidade se impõe: a própria sobrevivência está ligada à sobrevivência do país.

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Foi o que viveu o vereador do Rio de Janeiro Flávio Valle (PSD-RJ), de origem judaica, que estava em Israel quando os projéteis iranianos foram lançados. Refugiado em abrigos, ele ouviu sirenes, viu o medo nos olhos das pessoas.

“Estar em Israel naquele momento foi uma das experiências mais marcantes da minha vida, vi medo, mas também coragem”, afirma o vereador a Oeste. “Sim, tive medo, é impossível não sentir. Não me arrependo de ter estado lá.”

O que mais o impressionou foi a reação da população. “Crianças sabiam o caminho até os abrigos, jovens organizavam kits de ajuda e doações”, conta Flávio, que se disse admirado com o que viu. 

“A força do povo israelense é algo que emociona. Em meio ao caos, ninguém solta a mão de ninguém.” Ele se lembra de como a população resistia: escolas abriam, casamentos aconteciam, orações seguiam. “A resiliência era visível em cada gesto.”

A experiência se transformou em lição. “Quando a gente vê o terror de perto, entende ainda mais o valor da democracia, da liberdade e da vida”, diz.

O maior aprendizado, segundo ele, foi sobre escolhas. “No meio da guerra, as pessoas não perdem a fé nem a esperança. Manter a humanidade viva é uma escolha diária.”

Irã atacou escolas, casas e famílias, diz vereador

Flávio ressalta ainda o que considera uma grave distorção na forma como o mundo interpreta o conflito e a ação das Forças de Defesa de Israel

“Enquanto Israel foca seus ataques em alvos militares estratégicos, como usinas e instalações que representam ameaça real e imediata, o que vemos do outro lado, como no caso do Irã, são ataques deliberados contra civis inocentes.” 

Leia mais: “Praia de Ipanema vira palco de protesto contra minorias no Irã”

Ele acrescenta: “Não dá para colocar tudo no mesmo balaio quando um lado se defende de ameaças concretas, e o outro ataca escolas, casas e famílias.”

Para Flávio, a chave para romper esse ciclo está na escuta e na educação. “Só ouvindo quem viveu isso na pele é que se rompe a desinformação”, afirma o vereador. “É preciso coragem para dizer a verdade e disposição para entender o que realmente está em jogo. Só assim se constrói uma real empatia.”

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1 comentário
  1. Paulo Miranda
    Paulo Miranda

    Para Antônio Nojeira e DeuCOO Marx: VIVA ISRAEL!!!! VIVA O POVO JUDEU!!!!…

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