O cenário musical brasileiro acaba de ganhar um capítulo que promete reconciliar o passado glorioso do Rio de Janeiro com o topo das paradas de streaming atuais. O álbum Bossa Sempre Nova, lançado em 13 de janeiro pela Sony, marca uma guinada estética na carreira de Luísa Sonza. Sob a produção e as cordas de ninguém menos que Roberto Menescal e Toquinho, o projeto é mais do que um disco de regravações; é um atestado de vitalidade de um gênero que, para Menescal, nunca deixou de ser presente.
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A semente deste encontro improvável foi plantada em 2023, com o sucesso da faixa Chico, do álbum Escândalo Íntimo. A canção, uma bossa nova escrita em homenagem ao então namorado da cantora, alcançou o topo das plataformas e foi a porta de entrada para Menescal no mundo de Luísa. Ao ter contato com o som, ele viu na jovem intérprete a “esperteza” necessária para encarar o gênero.
Em entrevista a Oeste, Menescal revelou que a química no estúdio foi imediata. “Ela é muito esperta artisticamente, musicalmente”, afirmou o mestre. Segundo ele, Luísa não apenas demonstrou segurança vocal, como também assumiu as rédeas do repertório, escolhendo pessoalmente os clássicos que compõem o disco, além da inédita Um Pouco de Mim, composta em parceria com Menescal.
Exclusivo: dupla tocará no Rock In Rio
Se o disco traz uma atmosfera orgânica e intimista, o próximo palco será monumental. Roberto Menescal revelou, em primeira mão, que a parceria com Sonza já tem data e local para ter contato com o grande público: o Rock in Rio 2026.
“Eu vou fazer com ela umas cinco músicas dentro do universo do show dela”, confidenciou Menescal, destacando que a performance será baseada no projeto visual gravado recentemente pela dupla.
Para Luísa Sonza, o álbum representa um período de “leveza e segurança”, marcado por menor pressão da indústria pop. O resultado é um trabalho artesanal que ignora o fosso de oito décadas entre os protagonistas. Como define o próprio Menescal: “É um negócio de 80 anos que nos separa quase. Mas a gente tem uma raiz junta. Isso é o que é importante”.
Bossa Sempre Nova, que alcançou o primeiro lugar no iTunes Brasil e Apple Music em menos de 24 horas, é um marco na promoção da bossa nova para uma nova geração de ouvintes.
O radar de Menescal: nomes para o futuro da bossa nova
Aos 88 anos, Menescal não olha para o retrovisor com melancolia. Mesmo que amigos como Tom Jobim e Nara Leão já tenham partido. O músico revelou estar trabalhando com outros talentos que mantêm viva a “saudade do futuro”. Ele confirmou que, na próxima semana, entrará em estúdio com Sofia Gilberto, neta de João Gilberto, a quem descreve como uma “cantora danada” de apenas 10 anos.
Outra aposta certeira do mestre é a artista Analu Sampaio. Menescal, que acompanha a jovem desde os 13 anos e já realizou turnês com ela pelo país, não poupou elogios: “De Elis Regina para cima”, afirmou, reforçando que Analu “está em toda” e domina o palco com maestria.
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E tem mais, a porca morsa não precisa mais morrer, ela só precisa deitar. Morta, como todo zumbi, ela está desde muito. E antes que venha algum vovô que defende essa chatice escrota dos infernos, só digo uma coisa: gosto não se discute… Lamenta-se.
Só pode ser brincadeira. Ao invés de correr atrás de uma cena artistica que valha a pena, essa revista ridícula perde o tempo dos assinantes com esse tipo de merda. O imbecil que se orgulha de ser patrono do gênero musical mais chato já criado pelo homem junta-se com a criaturinha nefasta cuja única realização na vida foi chifrar um feioso com um troço ainda pior que ele. Vai pro inferno Oeste! Se vocês querem leitores com o QI do leitor médio da carta capital, está conseguindo.