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Curiosidades

A verdadeira história por trás da 'loira do banheiro'

Maria Augusta foi filha do Visconde de Guaratinguetá

loira do banheiro - Maria Augusta de Oliveira Borges
Depois de um casamento arranjado, Maria Augusta se separou e foi para Paris, onde morreu aos 26 anos, possivelmente de hidrofobia | Foto: Divulgação/Secretaria de Turismo de Guaratinguetá

A lenda da “loira do banheiro” intriga os brasileiros, especialmente em outubro, mês do Halloween. A origem da lenda remonta a Maria Augusta de Oliveira Borges, do século 19, filha do Visconde de Guaratinguetá.

Casada por ordem da família aos 14 anos com Dutra Rodrigues, Maria Augusta se separou aos 18, vendeu suas joias e foi para Paris.

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Lá morreu aos 26, sob suspeita de hidrofobia. Seu corpo, trazido a Guaratinguetá, ficou exposto por meses em um caixão de vidro na casa de seus pais, em razão do arrependimento da mãe pelo casamento imposto.

As origens da lenda da loira do banheiro

Enquanto jazia na sala, funcionários da família relataram ver seu vulto, ouvir o piano que tocava e sentir seu perfume de rosas brancas.

Mais tarde, o imóvel se tornou a primeira escola da cidade e a história ganhou tração. Quando parte do prédio pegou fogo, mais mistério foi adicionado ao enredo.

De acordo com o site Google Trends, há um aumento anual no interesse sobre essa figura enigmática. Nas redes sociais, ela ressurge frequentemente e desafia os internautas em atividades diversas.

A casa, depois transformada na primeira escola de Guaratinguetá, alimentou a lenda quando parte do prédio foi destruída por um incêndio | Foto: Reprodução
A casa, depois transformada na primeira escola de Guaratinguetá, alimentou a lenda quando parte do prédio foi destruída por um incêndio | Foto: Reprodução

Seu corpo foi exposto na casa dos pais em um caixão de vidro. A partir disso, surgiram relatos de aparições e sons misteriosos.

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A casa, depois transformada na primeira escola de Guaratinguetá, alimentou a lenda quando parte do prédio foi destruída por um incêndio. Ao jornal Folha de S.Paulo, O historiador Diego Amaro afirma que “todos os vestígios apontam para ela enquanto a loira do banheiro”.

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