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Jenna Ortega, a Wandinha, rejeita o 'politicamente correto'

'Nos faz perder humanidade', afirma a atriz

Jenna Ortega como Wandinha, em série da Netflix | Foto: Divulgação/Netflix
Jenna Ortega como Wandinha, em série da Netflix | Foto: Divulgação/Netflix

Jenna Ortega, um dos nomes de maior ascensão em Hollywood durante o último ano, não é fã da tendência do politicamente correto. Em entrevista à revista Vanity Fair, a protagonista da série Wandinha falou sobre o tema ao ser indagada sobre a demissão de sua colega de elenco, Melissa Barrera, de Pânico 7, desligada da franquia depois de publicações no Instagram em defesa da Palestina.

“O negócio em que trabalhamos é tão sensível”, disse Jenna. “Todo mundo quer ser politicamente correto, mas eu sinto que, ao fazer isso, nós perdemos muito da nossa humanidade e integridade, porque falta honestidade”.

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No anúncio da demissão de Melissa, em novembro do ano passado, o estúdio Spyglass se pronunciou. A empresa afirmou que teria “tolerância zero para antissemitismo”.

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“Eu gostaria que tivéssemos um senso melhor de conversa”, prosseguiu a intérprete de Wandinha. “Imagine se as pessoas pudessem falar o que sentem sem serem julgadas. E se isso desse início a um debate, e não a uma briga? Estou descrevendo a paz mundial?”

Jenna Ortega além de Wandinha e das críticas ao politicamente correto

Em outro momento da entrevista, Jenna Ortega também falou sobre seu recente e controverso filme A Garota de Miller. Na produção, ela interpreta uma estudante de 18 anos que se envolve com seu professor, vivido por Martin Freeman, de 52 anos.

Para a atriz, as críticas que recebeu pelo papel mostram que não entenderam o ponto. “Não é para ser um filme confortável”, disse. “É para ser horrível de vez em quando. Arte não é feita para ser agradável e feliz e todo mundo caminhar junto para o pôr do sol no fim. Todos nós temos experiências perversas em algum momento”.

Atualmente, Jenna Ortega promove o lançamento de Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice. Trata-se da sequência do clássico com Michael Keaton de 1988.

Leia também: “A ditadura do politicamente correto chega às orquestras”, artigo de Joshua Nichols publicado na Edição 153 da Revista Oeste


Revista Oeste, com informações da Agência Estado

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