publicidade
Curiosidades

Tábua mais antiga do mundo gravada com os Dez Mandamentos é leiloada por R$ 30,8 mi

Objeto foi descoberto durante escavações para uma linha ferroviária, na região sul do que hoje é Israel, em 1913

Acredita-se que a pedra dos Dez Mandamentos, de 52 kg, foi lapidada entre os anos 300 e 800 d.C., durante o período romano bizantino | Foto: Reprodução/Twitter/X/@win_noticias
Acredita-se que a pedra dos Dez Mandamentos, de 52 kg, foi lapidada entre os anos 300 e 800 d.C., durante o período romano bizantino | Foto: Reprodução/Twitter/X/@win_noticias

A tábua de mármore mais antiga do mundo, gravada com os Dez Mandamentos, foi leiloada, nesta quarta-feira, 18, por mais de R$ 30,8 milhões. As informações são da Sotheby’s, empresa responsável pelo leilão.

+ Leia mais notícias de História em Oeste

Receba nossas atualizações

A Sotheby ‘s acredita que a pedra, de 52 kg, foi lapidada entre os anos 300 e 800 d.C., durante o período romano bizantino.

O descobrimento da tábua dos Dez Mandamentos

A tábua foi descoberta durante escavações para uma linha ferroviária na região sul do que hoje é Israel, em 1913. O item, com escrita paleo-hebraica, foi encontrado próximo a locais de antigos templos.

Mesmo assim, o significado da descoberta não foi totalmente reconhecido. A tábua acabou usada como pavimento em frente à casa de um cidadão por 30 anos.

Como a inscrição ficou virada para cima, a pedra foi exposta às mais diversas intempéries. Até que Jacob Kaplan, arqueólogo residente em Israel, reconheceu a importância do objeto e o comprou.

Depois disso, a tábua passou pelo Museu da Torá de Brooklyn, em Nova York, antes de ser adquirida por um colecionador privado, seu último proprietário antes da venda.

“Cautela diante da autenticidade”

Antes da venda, contudo, especialistas ouvidos pelo jornal norte-americano The New York Times pediam cautela diante da dificuldade de autenticar um objeto desse tipo.

“Os objetos dessa região estão cheios de falsificações”, disse Brian Daniels, diretor de pesquisa do centro acadêmico Penn Cultural Heritage Center da Filadélfia, nos Estados Unidos. Embora tenha dito que a pedra pode ser, de fato, autêntica.

Em seu comunicado que anunciava o resultado da venda, a Sotheby’s destacou que “o objeto histórico foi estudado por destacados especialistas na matéria e citado em numerosos artigos e livros acadêmicos, o mais recente dos quais foi publicado no início deste ano”.

Leia também:

Leia mais sobre:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade