A nata do empresariado está animada com Guedes

Ministro continua apostando no crescimento do país
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O ministro da Economia, Paulo Guedes, concede entrevista coletiva à imprensa para falar sobre as ações do Ministério em 2021, em Brasília, nesta sexta-feira, 17 de dezembro de 2021
O ministro da Economia, Paulo Guedes, concede entrevista coletiva à imprensa para falar sobre as ações do Ministério em 2021, em Brasília, nesta sexta-feira, 17 de dezembro de 2021 | Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

O ministro da Economia, Paulo Guedes, tranquilizou empresários brasileiros. Em um almoço na casa de João Camargo, presidente da organização Esfera Brasil, Guedes disse que R$ 600 bilhões estão garantidos em investimentos para os próximos anos. O montante vai ajudar o país a crescer.

No encontro, o ministro pediu que o grupo de empresários ajude a viabilizar a agenda liberal junto ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Entre outras medidas, Guedes quer correr com a reforma administrativa. “O ministro foi elogiado por todos”, disse o anfitrião do evento, João Camargo.

Estiveram com o titular da Economia nomes de peso da iniciativa privada, como Abílio Diniz (Península e Carrefour), Rubens Menin (MRV), André Esteves (BTG Pactual), Luiz Trabuco (Bradesco), Fábio Ermírio de Moraes (Votorantim) e Eugênio Mattar (Localiza), além de João Camargo, que sediou o encontro.

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Leia mais sobre o encontro do ministro Paulo Guedes na coluna de Bruno Meyer, publicada na Edição 91 da Revista Oeste

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3 comentários Ver comentários

  1. A nata do empresariado pode até estar satisfeita com o Posto Ypipranga. Só que minha patroa, ao voltar do supermercado no dia de hoje, sábado 18/12, não estava nem um pouco satisfeita com ele. Isso eu confirmo e no final é o que importa.

    1. O poder de compra está sendo reduzido em todas as principais economias do mundo, resultado do processo inflacionário. Ao contrário da inflação de demanda – teoricamente mais sensível às políticas monetárias – estamos vivenciando um momento de inflação de oferta somado ao baixo crescimento economico mundial. Lembra-se do lockdown? Então, uma hora a conta chega! Baixo crescimento economico mata muito mais do que a Covid-19, entretanto, ao contrário do vírus que não escolhe classe social, quem morre de fome ou por doenças provocadas pela miséria, “não é passível de luto”, não é mesmo?

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