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Economia

Ações da SpaceX sobem 19% na estreia e impulsionam fortuna de Musk

Empresa captou US$ 75 bilhões no maior IPO já realizado nos Estados Unidos; brasileiros já podem investir no papel pela B3

SpaceX; Musk
Elon Musk se tornou o primeiro trilionário do mundo | Foto: Reprodução/ Redes sociais

A SpaceX estreou na Nasdaq nesta sexta-feira, 12, com forte valorização e transformou Elon Musk no primeiro trilionário da história. As ações da empresa de exploração espacial abriram cotadas a US$ 135 e encerraram o dia a US$ 160,95, alta de 19,2%. Durante o pregão, os papéis chegaram a atingir US$ 176,52, avanço de mais de 30% em relação ao preço da oferta inicial.

A abertura de capital ocorreu um dia depois de a companhia concluir uma operação que levantou US$ 75 bilhões, considerada a maior oferta pública inicial (IPO) já realizada no mercado norte-americano.

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Parceria entre a Apple, dona do iPhone, e a SpaceX, de Elon Musk, promete levar internet a regiões remotas | Foto: Reprodução/Redes sociais
Brasileiros podem investir na SpaceX | Foto: Reprodução/Redes sociais

Com a valorização das ações, o patrimônio de Musk ultrapassou a marca de US$ 2 trilhões. Antes do IPO, estimativas apontavam uma fortuna próxima de US$ 780 bilhões, o que já colocava o empresário na liderança do ranking global de bilionários.

Brasileiros já podem investir na SpaceX

A estreia da SpaceX na bolsa norte-americana também abriu caminho para investidores brasileiros. A B3 passou a negociar nesta sexta-feira o BDR da companhia, identificado pelo código SPCX34. O ativo permite exposição às ações da empresa sem a necessidade de abrir conta no exterior ou enviar recursos para fora do país.

Segundo a B3, cada recibo deve custar entre R$ 50 e R$ 70. A estrutura adotada prevê paridade de uma ação da SpaceX para 15 BDRs negociados no mercado brasileiro.

A chegada da SpaceX amplia a lista de empresas globais disponíveis aos investidores locais por meio dos BDRs. Atualmente, a bolsa brasileira já oferece recibos de gigantes como Tesla, Nvidia, Apple, Microsoft, Amazon, Meta e Alphabet.

Dados da própria B3 mostram que mais de 1 milhão de investidores possuíam BDRs em carteira até abril deste ano. A modalidade é vista como alternativa para diversificação internacional, embora permaneça sujeita às oscilações do mercado externo e à variação do dólar.

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