O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou neste sábado, 20, que o governo vai aprovar o aumento da mistura obrigatória de etanol na gasolina de 30% para 32%.
A medida depende de deliberação do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), mas Alckmin antecipou o resultado da votação durante a inauguração da Ferrovia Estadual de Mato Grosso, em Dom Aquino (MT).
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“Na próxima quarta-feira, o CNPE aprovará 32% para a mistura de etanol na gasolina”, afirmou.
O governo defende que a mudança reduzirá a dependência brasileira da importação de gasolina. Segundo Alckmin, a nova composição também pode provocar queda nos preços ao consumidor.
O aumento da mistura já recebeu apoio público do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do Ministério de Minas e Energia.
Mudança pode reduzir importações
A análise da proposta sofreu sucessivos adiamentos. O tema estava previsto para entrar na pauta do CNPE em maio, mas o governo cancelou duas reuniões consecutivas antes de retomar a discussão.
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Nos últimos meses, representantes do setor de biocombustíveis ampliaram a pressão pela aprovação da medida. O grupo argumenta que o país precisa reduzir a dependência de combustíveis importados em momentos de instabilidade internacional.
Segundo o Ministério de Minas e Energia, a elevação da mistura pode reduzir em cerca de 450 milhões de litros as importações de gasolina pelo Brasil.
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Excelente
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É A VERDADEIRA SENTENÇA DE MORTE PRA TODOS OS CARROS ANTERIORES A 2010….
O PICOLÉ DE CHUCHU É O MAIOR EXEMPLO DE DUAS CARAS QUE ESSE PAÍS JÁ VIU…
E quanto aos veículos a gasolina, que não são “flex” (sim, ainda existem e não são poucos)?
A mesma solução que esse (10)governo aplica a casos que necessitam providências específicas: danem-se.